10/02/2012 atualizado às 15:35
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Desemprego: números não param de subir

Em Abril, o número de pessoas inscritas nos centros de emprego disparou 27,3%, para um total de 491.635 desempregados, mais 105.294 do que no mesmo mês de 2008.  

9:36 Quinta feira, 21 de maio de 2009

O número de pessoas inscritas nos centros de emprego disparou 27,3% em Abril, face ao mesmo mês de 2008, prolongando a subida iniciada em Outubro e representando o acréscimo mais elevado desde Julho de 2003. De acordo com dados divulgados hoje pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), o número de desempregados inscritos no final do mês passado somava os 491.635, o que significa mais 105.294 inscrições do que em Abril de 2008.  

Relativamente a Março, o número de inscritos aumentou 1,5%, resultado de um acréscimo de 7.504 desempregados.  

Para o aumento do número de desempregados inscritos nos centros de emprego em relação a Abril de 2008 contribuíram essencialmente as subidas do desemprego entre os homens (43,8%), jovens (32%) e adultos (26,5%). 

A procura de um novo emprego justificou o registo de 92,8% dos desempregados, um valor que teve um aumento de 29,2% face ao mês homólogo de 2008, enquanto a procura de primeiro emprego aumentou 6,2%. 

Segundo a informação do IEFP, todos os níveis de habilitação escolar apresentaram mais desempregados do que há um ano, com os que possuem os 2.º e 3.º ciclos do ensino básico a registarem os aumentos percentuais mais elevados, de 36,6 e de 34,5%, respectivamente.  

Os desempregados licenciados, por sua vez, totalizaram os 40.544, o que representa um aumento de 13,7% comparativamente a Abril de 2008, assinala o instituto. 

O principal motivo de inscrição de desempregados, representando 37,9% das inscrições efectuadas, continua a ser o "fim de trabalho não permanente", seguido do motivo "despedido", com um peso relativo de 20,6%. 

Em termos de duração do desemprego - medida pelo tempo de permanência em ficheiro - 68,5% dos desempregados estavam inscritos há menos de um ano, enquanto 31,5% estavam registados há um ano ou mais. 

Comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, aumentou o desemprego de curta duração (46,6%) enquanto o de longa duração se manteve em descida (1,1%). 

Quanto às profissões dos desempregados, os dados mostram uma elevada representatividade dos trabalhadores não qualificados dos serviços e comércio (60.311), pessoal dos serviços de protecção e segurança (53.591), empregados de escritório (50.669) e trabalhadores não qualificados das minas, construção civil e indústrias transformadoras (47.241).  

De acordo com a informação do IEFP, estes quatro grupos de profissões expressavam, no seu conjunto, 44,6% do total de desempregados inscritos nos centros de emprego até final de Abril. 

"Comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, o mais acentuado agravamento do desemprego verificou-se no grupo operários e trabalhadores similares da indústria extractiva e construção civil, que quase duplicou o volume de inscrições (92,9%)", destaca o instituto.  

O volume de ofertas de emprego disponíveis no final do mês nos centros de emprego de todo o país totalizou as 14.200, menos 5,5% do que no mês homólogo e menos 3,1% face a Março. 

O número de colocações efectuadas ao longo do mês, através dos centros de emprego de todo o país, totalizou as 5.213, uma queda de 2,6% relativamente ao mês homólogo de 2008, mas ainda assim superior em 8,1% face a Março. 

 

Lusa
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Desemprego não para de subir
Toni 2 (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 12:21 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
Esta é a verdadeira tragédia para muitas famílias, que infelizmente é transversal a todo o Mundo. Por mais que nos custe isto não vai parar e basta para tal ouvir as noticias vindas a publico da Autoeuropa. Depois da Qimonda é mais uma que pode desaparecer e outras se seguirão. Apesar de ser tudo o mesmo País como nos querem fazer crer, não é de certeza a mesma aldeia. Parece-me que para muita gente infelizmente a vida de outros tempos vai deixar saudades. Por mais que se critique ninguém apresenta soluções, porque também me parece não haver. Todos nos devemos preparar para no minimo pensar que vai ser necessario mudar muitos dos habitos. Esta é uma praga só comparada às que a Biblia nos fala, com a diferença que já não é tida como castigo de Deus.
 
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    Re: Desemprego não para de subir    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 1 ponto , 16:04 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
Mais do que contabilizar desempregados....
Kikas_o_je (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 19:17 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
...é necessário entendermos que tipo de emprego os que estavam desempregados arranjam...recibos, e que os que ainda estão têm.
Os nºs indicados estão pela certa áquem da realidade.
É triste ver governantes a olhar para a estatística para dizer que resolvem o problema, qual todos nós temos a noção que alguém manipula as referidas estatísticas.
Mais que os valores do desemprego, hà que ter a noção:
  da precaridade instalada:.
  da falta de visão dos empregadores ("arranjar uns gajos jeitosos e baratos").
  da falta de credenciação das pessoas em profissões técnicas.
  do uso e abuso de pessoas sem qualificações para desempenhar tarefas complexas.
  do escancarar das fronteiras para obter mão de obra "escrava".
  da falta de condições de actuação do IDICT (não aparece nas obras dos grandes grupos económicos, por exemplo).

e por último dos "Novas Oportunidades", isto é, do governar para as estatísticas, e da atribuição de diplomas a granel, no sentido de garantir lugar no ranking europeu; ainda que tudo não passe efectivamente de uma farsa.....

A realidade é bem pior que aquilo que este artigo menciona.

Cps.
 
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Sobe, sobe... angústia sobe!
krassena (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 11:51 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
O desemprego não é uma fatalidade, pelo contrário, é uma imposição que um regime fascisto/capitalista não abdica, porque se praticasse a política do pleno emprego iria afrontar perigosamente todos os patronos deste mesmo estado de coisas. A situação actual que se vive em muitos países industrializados é fruto de uma cegueira colectiva, que teima em conduzir bons cidadãos para o abismo da adoração do renovado altar, mas, sempre inclinado para a manutenção de uma classe hiper privilegiada que crie a ilusão que são o garante único do desenvolvimento e bem-estar.
 
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Desemprego: números não param de subir
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 14:11 | Quinta feira, 21 de maio de 2009

Põe-te a pau, José Sócrates, porque quem se arrisca a ir para o desemprego és tu, lá para o 4º trimestre do ano.

Pelo andar da carruagem ainda vamos ouvir a tua voz esganiçada a partir da bancada do PS na Assembleia da República.

Embora eu desconfie que tu já começaste a mexer os cordelinhos para saber que entidade está a precisar de um novo "coordenador".
 
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De penso rápido em penso rápido
SirArthur (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 14:13 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
Consecutivamente governos procuram resolver o desemprego no "imediato", utilizando para tal métodos pouco ortodoxos, apoiando "grandes empreendimentos" que criam 1000 empregos precários ao mesmo tempo que destroem o dobro disso pela sua acção negativa nas centenas de pequenos negócios à sua volta.

Não existe de todo uma política de estabilidade no emprego, e não existindo nunca haverá sustentabilidade. A economia está também cada vez mais centralizadas e concentrada nas mãos de poucos.

Mas é algo normal, afinal o nosso governo consegue ter conselheiros que se prezam de tal forma ao ridículo que dir-se-ia que não têm a mínima qualificação ou conhecimento do que falam. Assim, a exemplo, recordo uma Srª Drª não sei das quantas de um daqueles sombrios institutos e comités do Estado acerca do TGV a afirmar que a "construção da 3ª ponte sobre o Tejo criava de imediato 150.000 postos de trabalho"... ela nem mencionou que tal trabalho, a existir, será sazonal e que para apresentar aqueles números possivelmente terão contratar um operário para apertar cada parafuso da ponte!
 
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    fundamentação    Ver comentário
AntiFar (seguir utilizador), 1 ponto , 16:42 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Re: fundamentação    Ver comentário
SirArthur (seguir utilizador), 1 ponto , 16:51 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    este número ou aquele    Ver comentário
AntiFar (seguir utilizador), 1 ponto , 17:08 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Re: este número ou aquele    Ver comentário
SirArthur (seguir utilizador), 1 ponto , 17:19 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Repetição    Ver comentário
AntiFar (seguir utilizador), 1 ponto , 17:34 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Re: este número ou aquele    Ver comentário
AntiFar (seguir utilizador), 1 ponto , 19:07 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    “afunilar” o assunto    Ver comentário
AntiFar (seguir utilizador), 1 ponto , 17:09 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    “afunilar” o assunto    Ver comentário
AntiFar (seguir utilizador), 1 ponto , 17:06 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Se vem à procura do debate    Ver comentário
AntiFar (seguir utilizador), 1 ponto , 19:18 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Re: Se vem à procura do debate    Ver comentário
SirArthur (seguir utilizador), 1 ponto , 19:51 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Não dá o braço torcer    Ver comentário
AntiFar (seguir utilizador), 1 ponto , 20:18 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Re: Não dá o braço torcer    Ver comentário
SirArthur (seguir utilizador), 1 ponto , 20:26 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    sem memória o raciocínio torna-se inconsequente    Ver comentário
AntiFar (seguir utilizador), 1 ponto , 21:06 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Re: sem memória o raciocínio torna-se inconsequent    Ver comentário
SirArthur (seguir utilizador), 1 ponto , 21:22 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    O que lhe custa?    Ver comentário
AntiFar (seguir utilizador), 1 ponto , 21:45 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Re: O que lhe custa?    Ver comentário
SirArthur (seguir utilizador), 1 ponto , 21:53 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    estou a chegar à conclusão    Ver comentário
AntiFar (seguir utilizador), 1 ponto , 22:09 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Re: estou a chegar à conclusão    Ver comentário
SirArthur (seguir utilizador), 1 ponto , 22:19 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Até à próxima    Ver comentário
AntiFar (seguir utilizador), 1 ponto , 22:33 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Eu é que não lhe gabo os gostos!    Ver comentário
AntiFar (seguir utilizador), 1 ponto , 21:54 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Não abuse!    Ver comentário
SirArthur (seguir utilizador), 1 ponto , 22:02 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Fiz o possível    Ver comentário
AntiFar (seguir utilizador), 1 ponto , 22:26 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Antifar mira-se no espelho    Ver comentário
sengotero (seguir utilizador), 1 ponto , 23:49 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Daaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa    Ver comentário
AntiFar (seguir utilizador), 1 ponto , 21:56 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Antifar xato/a e Não dá o braço torcer    Ver comentário
sengotero (seguir utilizador), 1 ponto , 23:39 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Fora de jogo    Ver comentário
AntiFar (seguir utilizador), 1 ponto , 8:30 | Sexta feira, 22 de maio de 2009
    Quem está de fora, não racha lenha.    Ver comentário
THUNDERSSTORM (seguir utilizador), 1 ponto , 8:50 | Sexta feira, 22 de maio de 2009
    feira de anexins    Ver comentário
sengotero (seguir utilizador), 1 ponto , 13:12 | Sexta feira, 22 de maio de 2009
    Se quer propostas de solução    Ver comentário
SirArthur (seguir utilizador), 1 ponto , 20:13 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Quando tivermos percorrido este caminho    Ver comentário
AntiFar (seguir utilizador), 1 ponto , 20:55 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Re: Quando tivermos percorrido este caminho    Ver comentário
SirArthur (seguir utilizador), 1 ponto , 21:10 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Que negócio seria esse?    Ver comentário
AntiFar (seguir utilizador), 1 ponto , 21:33 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Re: Que negócio seria esse?    Ver comentário
SirArthur (seguir utilizador), 1 ponto , 21:50 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    TGVt Train à Grande Vitesse    Ver comentário
AntiFar (seguir utilizador), 1 ponto , 22:43 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Re: TGVt Train à Grande Vitesse    Ver comentário
SirArthur (seguir utilizador), 1 ponto , 23:16 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    rede iinternacional ntegrada    Ver comentário
AntiFar (seguir utilizador), 1 ponto , 7:49 | Sexta feira, 22 de maio de 2009
    Re: rede iinternacional ntegrada    Ver comentário
SirArthur (seguir utilizador), 1 ponto , 10:55 | Sexta feira, 22 de maio de 2009
    Não é TGV que se diz mas sim CAV    Ver comentário
THUNDERSSTORM (seguir utilizador), 1 ponto , 23:11 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
    Re: Não é TGV que se diz mas sim CAV    Ver comentário
SirArthur (seguir utilizador), 1 ponto , 23:21 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
DESAPARECIDOS
Musoko (seguir utilizador), 2 pontos , 22:00 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
Agora há os desempregados aparecidos (muitos) e os desempregados desparecidos (cada vez mais). Caso de polícia?
 
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Desemprego
ANO1933 (seguir utilizador), 1 ponto , 11:39 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
Apesar deste facto, a que não é só alheio, a crise internacional, o PS, durante muito tempo falou na pesada herança dos 7.4%...
Qual será a verdadeira taxa de desemprego, neste momento?
Será que não atingimos já a taxa de dois dígitos ?
 
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    Re: Desemprego e "crise internacional"    Ver comentário
bivolta (seguir utilizador), 1 ponto , 11:53 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
Só Sócrates e os ministros fecham os olhos.
bivolta (seguir utilizador), 1 ponto , 11:48 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
Não sei se estes dados incluem os 25.000 desaparecidos no IEFP.

Mas, refira-se em abono da verdade, que há muitos despedidos, fora da legalidade que o IEFP exige, para os considerar como tal.

Ou vcs acreditam que não há trabalho clandestino no país, pelos mais diferentes motivos?

E como não acredito nos sinais de retoma que o ministro das Finanças anunciou (com evidente eleitoralismo) a situação vai agravar-se substancialmente após as eleições.

Siga-se com atenção os casos de maior badalação:
Qimonda e Auto-europa.
 
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A retoma
lumogo (seguir utilizador), 1 ponto , 11:55 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
O ministro das finanças afirma que já se vê sinais da inversão da crise, principalmente na área financeira.
Acreditando nisto, e as razões sendo as políticas com milhões de apoio à banca, continuo a não perceber porque não se tem o mesmo critério de apoio à economia.
Pelos vistos não se está a conseguir manter os empregos, por razões de sustentabilidade das empresas, aproveitamento da situação para restruturações, etc.etc.
Então porque aos apoios de manutenção de emprego, não se dinamiza a sério a criação de novas empresas, desafiando e sensibilzando os desempregados mais empreendedores a criarem as suas empresas e consequentemente mais empregos com políticas mais céleres e facilitadas, mesmo correndo alguns riscos.
Riscos esses incomparáveis aos milhões que alguns bancos já absorveram.
 
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    Re: A retoma    Ver comentário
SuasAntas (seguir utilizador), 1 ponto , 13:39 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
A realidade não podem apagar!
ameijoafresca (seguir utilizador), 1 ponto , 12:38 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
Os números não param de galgar
numa escalada furiosa,
a realidade não podem apagar
com uma atitude vergonhosa.

O descalabro socialista
nestes números exposto,
deve-se a uma política miserabilista
que deixa o mexilhão mal disposto!
 
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Verso e reverso
dedalo11 (seguir utilizador), 1 ponto , 12:41 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
Apesar de tudo aparecem e demoram a ser preenchidos, muitas solicitações para empregados na construção civil, restauração (ajudantes de cozinha e empregados de mesa), mas parece que é mais fácil receber o dinheiro do Fundo de Desemprego. Há situações, por ventura, a maioria, em que o drama é vasto e merece o nosso respeito e cuidado, mas também muitas pessoas que não querem mesmo trabalhar. O sistema deve fiscalizar os casos de incorrecção.
 
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paciência
AntiFar (seguir utilizador), 1 ponto , 15:59 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
Uns graficozinhos aqui não iam mal!
Dá muito trabalho? Pois é...
Ai a Lusa não forneceu? Ah, entendo.
Mas vocês não têm aí nimguèm que os faça?
Ah, fica caro. Pois, estou a ver.
Dependência? Não, não. Não falei nisso... eu disse paciência!
 
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Ministro da Economia
ANO1933 (seguir utilizador), 1 ponto , 17:01 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
Neste momento estou a ver a sintonizar o Canal Parlamento, onde se encontra o Ministro da Economia, que continua a não responder à maioria das perguntas formuladas pelos deputados.
O que me leva a alinhavar este breve apontamento é a falta de educação que este Sr. revela!
Noutro país, há muito tempo, que não era ministro!
Eu, tenho vergonha, de no meu país, existir um membro do governo, tão MALCRIADO!
 
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As alternativas do neo liberalismo é...
aukistuxego (seguir utilizador), 1 ponto , 22:03 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
o desemprego ou trabalhar de borla...aukistuxego...
 
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    Re: As alternativas do neo liberalismo é...    Ver comentário
SirArthur (seguir utilizador), 1 ponto , 22:15 | Quinta feira, 21 de maio de 2009
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