13/02/2012 atualizado às 8:53

Défice vai reduzir-se "significativamente"

O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, escusou-se a adiantar o valor, remetendo as explicações para depois da entrada do documento do Orçamento do Estado para 2010 na Assembleia da República. Clique para visitar o dossiê Orçamento do Estado 2010.

21:19 Segunda feira, 25 de janeiro de 2010

O Orçamento do Estado para 2010 vai manter "um conjunto de apoios e estímulos importantes para a economia portuguesa", mas haverá uma "redução significativa" do défice, disse hoje o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos.

Clique para aceder ao índice do ORÇAMENTO DO ESTADO 2010

"O Orçamento do Estado vai continuar a manter um conjunto de apoios e estímulos importantes para a economia portuguesa no actual contexto da crise que ainda nos afecta", disse o ministro das Finanças na conferência de imprensa do Conselho de Ministros onde anunciou que o documento foi aprovado.

Questionado sobre o valor desta "redução significativa" do défice, o ministro escusou-se a adiantar o valor, remetendo todas as explicações para depois da entrada do documento na Assembleia da República, amanhã à tarde.

Défice abaixo dos 3% em 2013


O Orçamento e as Grandes Opções do Plano "têm uma preocupação central que é criar condições para que o crescimento e a recuperação económica sejam feitas de forma sustentada", salientou o governante, que acrescentou ainda que, independentemente da manutenção dos apoios, o documento deve também fomentar a "confiança e a sustentabilidade".

Assim, disse, o Orçamento "começa desde já uma redução do défice, iniciando a consolidação que deve prosseguir para que se consiga colocar o défice abaixo dos 3 por cento em 2013".

Certo é que os funcionários públicos não terão um aumento superior a 0,8 por cento, o que indicia que esta deve ser a previsão de inflação que o Executivo vai na terça-feira apresentar, quando entregar o Orçamento do Estado na Assembleia da República.

"Não haverá em 2010 aumentos reais na função pública, isso mantém-se", concluiu o ministro das Finanças.

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António Da Rocha (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 22:43 | Segunda feira, 25 de janeiro de 2010

... de gente estranha: ora diz, ora desdiz, ora está cá, ... ora está ... na lua!
Todas as economias mundiais estão em dificuldades, mais umas do que outras, é verdade, mas estão todas a tentar não se afundar!
Quando os governos tomam medidas sérias para manter a economia a funcionar e para conter o avanço da pobreza, como está a fazer o governo português, o que é confirmado pelas declarações dos líderes do PSD e do PP, há sempre alguém a "entender" que havia condições para ser feito mais e melhor e, um pouco paradoxalmente, a "entender também" que o caminho que o governo segue vai direitinho ao abismo!
Se assim pensam, porque não usam a liberdade de circulação que têm para procurar "o paraíso"? quem sabe não seriam bem mais felizes noutras paragens e permitiriam aos que cá ficam ser mais felizes também, quanto mais não seja porque não teriam a maçada de ter de escrever como eu estou hoje e aqui a fazer?
Diz o povo e com razão que "quem não está bem,...põe-se"!
Eu também penso assim!
E penso que os tempos que se aproximam vão ser de dificuldades!
E sei que me vai custar muito ter de dispensar alguns "prazeres" que até agora tive!
Mas eu estou interessado que o meu País avance e se liberte rapidamente desta canga que alguns crápulas gananciosos e especuladores imorais nos colocaram!
E estou interessado, também, em deixar um País bem mais moderno do que aquele que recebi do Dr. Salazar: 700 toneladas de ouro no banco, uma auto-estrada com cerca de 30km!!!
Cumpts
 
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Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 22:57 | Segunda feira, 25 de janeiro de 2010
    Re: Este é um País    Ver comentário
António Da Rocha (seguir utilizador), 2 pontos , 23:39 | Segunda feira, 25 de janeiro de 2010
    Re: Este é um País    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:37 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
    Re: Este é um País    Ver comentário
VISCOPE (seguir utilizador), 1 ponto , 23:13 | Segunda feira, 25 de janeiro de 2010
    Re: Este é um País    Ver comentário
António Da Rocha (seguir utilizador), 2 pontos , 23:50 | Segunda feira, 25 de janeiro de 2010
    50 ANOS em 5 !    Ver comentário
VISCOPE (seguir utilizador), 1 ponto , 10:32 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
    Re: 50 ANOS em 5 !    Ver comentário
António Da Rocha (seguir utilizador), 2 pontos , 14:01 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
Voltou a obsessão do défice (1 de 2)
Nunes da Silva (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 10:08 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
A obsessão do défice:
Vi o Prós e Contras. Conclusões minhas, glosando:
Em 4 anos (até 2013) vamos passar de quase 10 para 3 por cento de défice.
P:Como?
À custa do funcionalismo, claro.
R:Vamos continuar com a regra de só entrar 1 por cada 2 que saem.
Mas assim vão reduzir postos de trabalho no Estado. Como os privados não os criam, aumenta o desemprego.
Mas agora é imprescindível tratar do défice. Para “aplacar” empresas de ranking. Ordens “lá de fora”.
Mas há muita insegurança, precisamos mais polícias.
Isso resolve-se: quando saírem 2 médicos, entra um polícia.
Mas, com menos funcionários, há menos estudos.
Estudos? Mandam-se fazer lá fora!
Não ficará mais caro? São pagos a peso de ouro...
Não faça perguntas indiscretas.
E a sobrecarga de trabalho?
Não é problema. Quando um estoirar é mais um que desaparece.
E quanto a vencimentos?
Nada de aumentos reais para quem servir o Estado.
Discordamos, diz o PSD. Deviam era congelá-los.
E os “privados”? Os gestores?
Isso é com cada um. Temos até de lhes beijar os pés por não nos despedirem.
Outro assunto. Que se prevê no OE para fomentar a economia?
Ora essa. Mandam-se pintar escolas e hospitais. E adjudicámos o troço do TGV de Poceirão.
E qual vai ser o rendimento desse troço?
É boa! Com a falta de uso vai produzir ferrugem. Muita ferrugem. E criar postos de trabalho na investigação quando roubarem alguns metros de carris.
  ...
 
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Défice
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 21:56 | Segunda feira, 25 de janeiro de 2010
Para atingirmos a meta dos 3% em 2013, VAMOS TER MUITO QUE APERTAR O CINTO !.
Neste momento o défice ronda os 9%.
Como é que vão conseguir isso, sem reduzirem as despesas e aumetarem os impostos ?
Dizem que não vão aumentar os impostos.
Mas segundo li hoje, algures, não vai haver alterações das taxas dos escalões do IRS.
Sendo assim, as pessoas que tiverem aumentos, vão pagar mais IRS.
O que é isto senão aumento de impostos ?
E, os pensionistas que se preparem para ver a sua dedução específica diminuída, o que se reflectirá no IRS a pagar.
De há uns anos a esta parte, a mesma tem sempre a vir a ser diminuída. Portanto, é mais que certo que o mesmo vai suceder no ano de 2009.
 
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    É um Orçamento de malabaristas da economia    Ver comentário
jneto (seguir utilizador), 2 pontos , 0:25 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
    Re: É um Orçamento de malabaristas da economia    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 3 pontos , 5:17 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
Défice vai reduzir-se significativamente
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 23:22 | Segunda feira, 25 de janeiro de 2010
Isto é uma tarefa que não pertence a um só partido e para uma só Legislatura no que se refere ao défice e à dívida pública. Chegou a hora de pagar a conta e o merceeiro está finalmente a bater à porta. Acabou a festa e à que arregaçar as mangas. Temos andado a viver acima das nossas possibilidades, no que se refere em termos colectivos. Gastámos o que não tinhamos, não para fazer obra, porque essa ainda fica e muita cria mais valias, mas sim para vivermos melhor, ou seja em festas e foguetes. Um dia tinha de ser resolvido, embora todos estivessemos à espera de um milagre de Nossa Senhora de Fátima. Infelizmente não aconteceu e pelo contrário recebemos um castigo com esta crise Mundial. Não sendo Portugal um dos Países em pior situação, seremos no entanto mais precionados devido à nossa pequena dimensão. Seremos assim um exemplo para os outros e por isso temos de nos portar melhor. Como já o disse noutros comentários serão os Funcionários Públicos em grande parte a pagar as favas. Já o Salazar utilizou a mesma táctica, até por ser a mais fácil e eficaz. Quando temos o fogo em casa temos de ser nós em primeiro lugar a apagá-lo. As empresas fecham portas e tudo vai para a rua, o que não acontecerá no público e já é muito bom.
 
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Comentários
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 1:09 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
Comentários que fogem do diabo como da cruz definem a caracterítica de certos comentadores, que teimam em ter uma venda nos olhos.
Só eles é que são bos e todos os outros não passam de uns mentecaptos.
Talvez, fosse conveniente verem-se ao espelho
Querem obrigar a que todos pensem como eles e permitem-se a dar-lhes conselhos.
Pela minha parte dispenso-os , perfeitamente.
Mais diálogo e menos insinuações, precisa-se.
E também de "panelinhas".
Mas o tempo do partido de maioria absoluta, ACABOU-SE.
Agora ou dialogam, ou vão-se se embora, porque já fizeram mal demais ao país.
Isto, é para quem servir a carapuça, e que não sabe conviver com opiniões divergentes.
Há comentários, como por exemplo um de hoje,de que só li as primeiras linhas
 
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Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:25 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
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ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:56 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
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ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:01 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
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Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 14:06 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
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Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 14:29 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
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ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:06 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
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Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 19:00 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
    a MICROSOFT e o MAGALHÃES    Ver comentário
VISCOPE (seguir utilizador), 1 ponto , 17:56 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
    Re: a MICROSOFT e o MAGALHÃES    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 19:35 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
    Re: a MICROSOFT e o MAGALHÃES    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 19:57 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
    Re: Comentários    Ver comentário
mamamon (seguir utilizador), 1 ponto , 17:12 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
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Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 2:06 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
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ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 5:07 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
Comentários
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 5:30 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
Até aqui tenho procurado ser um comentador moderado, ignorando certos insultos, calúnias, insinuações torpes, mas vou mudar de estratégia.
Continuarei a não dar importância a dois pseudo comentadores, mas aos outros, não perdoarei.
Olho por olho, dente por dente.
BASTA.
 
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SISTEMATICAMENTE GOZADOS
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 9:36 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
Ainda há uns poucos dias Portugal saiu de um ciclo eleitoral. Foi unânime a bajulação dos ditos especialistas na performance financeira da acção governativa de Sócrates. Ao auto elogio socialista somou-se um Sócrates q segundo os jornalistas de ocasião tinha trabalho feito, a situação controlada, projectos para o futuro. Tudo serviu para levar Sócrates ao colo. O cenário de competência foi montado, a encenação levada a cabo e as piores previsões governativas diziam q o deficit estava nos 5,9%. Cavaco possuidor de toda a informação remeteu-se ao silêncio, Constâncio foi igual a si mesmo e mais uma vez, sabe-se lá porquê, corroborou toda a mentira socialista. O povo sem capacidade para aferir a efectiva situação do país lá foi estupidamente votar como quem vai a um desafio de futebol numa solarenga tarde de domingo e, ao fim do dia eleitoral, os bons venceram os maus
Foi preciso a situação estoirar na Grécia e ameaçar do mesmo na Irlanda para as previsões negativas já há muito anunciadas pelo Eurostat, FMI, OCDE passarem fazer parte do vocabulário nacional. De repente fez – se luz naquele nevoeiro em que o país estava mergulhado e agora os mesmo que eram cúmplices no elogio fácil e mentiroso são os mesmos a apelarem ao esforço conjunto q é AGORA necessário efectuar. As dissonâncias passaram a ser abertamente assumidas quando a Moodys alertou o mundo para a MORTE LENTA PORTUGUESA q mais não é do q um atestado de incompetencia.
Hoje todos sentimo-nos mais uma vez enganados.
 
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Conversa da treta
Press (seguir utilizador), 1 ponto , 22:43 | Segunda feira, 25 de janeiro de 2010
O que é um facto é que a rigidez da despesa pública continua no OGE10. Nenhum governo tem conseguido inverter essa situação apesar das intenções anunciadas todos os anos. O descontrolo continua e assim sendo só tem existido uma opção, aumento da carga fiscal e/ou ampliação da base de tributação fiscal. Esta realidade continua no OGE anunciado, não tenhamos ilusões.
Países como a Irlanda, com o habitual pragmatismo anglo-saxónico, deram um bom exemplo de medidas de controlo efectivo da despesa pública. Optaram pela redução de salários acima de determinado patamar, membros do governo irlandês incluidos. Em Portugal o governo cairia se anunciasse tais medidas. Prefere anunciar que não vão existir aumentos de salarios reais na FP. Os irlandeses responderam de forma diferente, mas muito mais eficaz. No caso nem aumentos reais nem nominais...Não houve "meias-tintas" como sempre sucede em Portugal. Mas o que é facto é que a Irlanda irá controlar o respectivo deficite público em menos tempo e de forma muito mais eficiente. Do grupo de países designados por PIIGS, Portugal e a Grécia têm todas as condições para continuarem a ser os pigs dos PIIGS.
 
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Déficit, a quanto obrigas...
Runaldinho (seguir utilizador), 1 ponto , 23:16 | Segunda feira, 25 de janeiro de 2010
A não redução da despesa pública, demonstra que neste país por via directa ou indirecta, anda mais meio mundo a comer á conta do orçamento! E não me venham dizer que a culpa é só dos funcionários públicos. A grande parte da fatia consumida é para eles, mas há muita gente a viver à sombra!
 
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    Re: Déficit, a quanto obrigas...    Ver comentário
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 2:25 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
Mas que cansaço!...É chata!...
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 1 ponto , 23:16 | Segunda feira, 25 de janeiro de 2010
Quando é que calam a senhora do BPI. Já nem a posso ouvir e só provoca a desistência de fazer qualquer comentário...
 
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Frieza dos numeros
Press (seguir utilizador), 1 ponto , 23:28 | Segunda feira, 25 de janeiro de 2010
Em 1996 despesa pública pesava 41,5% do PIB em 2008 a mesma despesa pesou 51,3 % do PIB. Aí está a excelente gestão dos partidos que passaram pelo governo nesse período. Os números não metem nem se prestam a especulações e análises enviezadas. Há que ter coragem e assumir erros ! Há que avaliar as situações com equidistância sem o habitual vírus das "habituais partidarites". Não existem remédios santos mas existem análises sãs e isentas.
 
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MENTIROSOS COMPULSIVOS
Sakata (seguir utilizador), 1 ponto , 7:15 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
Acredito tanto na "palavra" so Sr. Ministro como na do Sr. Zé ali da taberna do lado.

O resulado de 5 anos de "governação" do PS é:

1 - Aumento do défice

2 - Aumento da dívida

3- Cedência aos sindicatos em todas as frentes

4 - Aumento do desemprego

5 - Crispação social sem resultados práticos

6 - Após uns anos de contenção com os salários da Função Pública, aumentaram os salários dos FPs em 2,9% mesmo antes das eleições.

A crise tem dado muito jeito a esta gentinha. A gripe A então veio mesmo a calhar antes das eleições. O rebanho de BURROS Tuga foi atrás e deu-lhes novamente a "governação".

Senhor Ministro e Senhores do PS, ide SFF para o raio que vos parte SEUS INCOMPETENTES.

Obrigado.

PS. Ñ pertenço a nenhum grupo político nem a qualquer organização de malfeitores.
 
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Voltou obsessão do défice (2 de 2)
Nunes da Silva (seguir utilizador), 1 ponto , 10:09 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
E quanto à natalidade? Agora os nascimentos não compensam os falecimentos. Portugal desaparece.
Que pergunta! Então não promovemos o “casamento” entre homossexuais? E, contrariados mas para satisfazer o CDS, não vamos dar mais 10 euros por cada filho de família numerosa?
    É 1 da manhã. Cai o pano e vamos todos fazer ó-ó. Com soporífero porque nos tiraram o sono.
                António José de Matos Nunes da Silva
 
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O preço da sopa.
águiadois (seguir utilizador), 1 ponto , 10:12 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
Afinal,para que serve o Orçamento, se a sopa tem sempre o mesmo preço?
 
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Os Porcos
Altar (seguir utilizador), 1 ponto , 10:42 | Terça feira, 26 de janeiro de 2010
Existe uma percepção internacional crescente de que Portugal faz parte do "clube dos problemáticos" relativamente ao défice e endividamento externo

O clube dos problemáticos são : Portugal, Irland, Italy, Greece e Spain = PIIGS ( porcos )

Não acredito que o TGV traga algum benefício, eu acho que só vai contribuir ainda mais para o endividamento futuro. Porcos é mesmo o que são os governos que Portugal tem tido, nenhum deles ainda resolveu os problemas estruturais - todos falam deles, mas ninguém explica quais são e como os resolver
 
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