11/02/2012 atualizado às 13:26

Conseguimos entrar na rede informática do Governo

O Expresso entrou na rede de São Bento, mas a de Belém mostrou-se inviolável. (Leia no fim do texto o comunicado da Presidência do Conselho de Ministros). Clique para visitar o dossiê Escutas de Belém.

Luisa Meireles (www.expresso.pt)
21:35 Sábado, 3 de outubro de 2009
O teste mostrou que o nameserver do Governo (gov.pt) pode ser enganado. Há uma ‘porta’ por onde se pode entrar. O grau de segurança na Presidência é muito maior.
O teste mostrou que o nameserver do Governo (gov.pt) pode ser enganado. Há uma ‘porta’ por onde se pode entrar. O grau de segurança na Presidência é muito maior.

Não é uma hipotética questão de "vulnerabilidade". E também não é, afinal, o sistema informático da Presidência que está "vulnerável". É o do Governo - o CEGER, Centro de Gestão da Rede Informática, que regista e gere todos os domínios com o nome gov.pt.

Clique para aceder ao índice do Dossiê ESCUTAS DE BELÉM

O Expresso fez a experiência e testou a fragilidade do sistema, isto é, a susceptibilidade de "envenenamento" do nameserver (servidor de nomes). Testou e conseguiu. À segunda tentativa, descobriu uma "porta" por onde se pode entrar na rede. Anote-se: o gov.pt é o domínio de todas as estruturas governamentais, incluindo a do primeiro-ministro e da Presidência do Conselho de Ministros, todos os ministérios e até o gabinete do secretário-geral do Sistema de Informações da República, o SIRP! Para se ser mais rigoroso, são 138 as entidades que usam esse domínio, fazendo fé na lista que está publicada no sítio do CEGER na Internet.

A experiência foi muito simples e realizada nas instalações do Expresso, recorrendo a uma ferramenta que está disponível na própria Net. Se, tal como nota a avaliação feita pelo Projecto Nonius, o nível de segurança da Internet portuguesa (numa escala de 0 a 10, em cinco escalões) é de 3,9 (perigoso) e a do Estado em particular mais perigosa ainda (4,4), então é certo que não estão garantidas a privacidade, integridade e confidencialidade dos seus utilizadores. O caso piora por se tratar da rede do Governo, por onde passam os mails e documentos de toda a espécie, incluindo os reservados.

Não por acaso, o Nonius diz que 20 a 50% dos computadores do Estado não são seguros. O curioso é que o Expresso fez o mesmo teste ao sistema da Presidência (que tem um domínio diferente do do Governo) e não conseguiu entrar. Está bloqueado.

O teste


O teste consistiu em perceber até que ponto o nameserver do gov.pt (a cargo do CEGER, e cuja identificação na Internet é 193.47.185.3) pode ser enganado, ou seja, até que ponto se consegue fazer com que esse nameserver informe mal os seus utilizadores (neste caso, os computadores da rede do Governo). E pode! O teste terminou aqui porque a partir daí é crime.

Mas o caminho é simples: esperar que um computador "saia", consulte um site exterior, o google, por exemplo, que tem uma página simples de "falsificar" e por trás da qual se pode "esconder um intruso". Quando o utilizador faz uma pergunta ao google, à boleia da resposta, o intrometido (the man in the middle, como os informáticos lhe chamam) pode mandar mais alguma coisa, por exemplo um trojan. Este é um programa malicioso que depois de instalado comunica com o "mestre", podendo espiar ou manipular o computador onde reside. Não há antivírus que dê com ele. Melhor que isto só os hackers da trilogia Millennium de Stieg Larsson, cujo programa - nem de propósito - se chama Asphyxia.

É grave? "Muito grave", responde Paulo Cardoso do Amaral, professor da Católica e da Academia Militar em Gestão de Informação e Conhecimento de Intelligence. Mas também muito fácil de corrigir. Segundo diz, basta fazer a actualização do sistema que gere o nameserver, "uma coisa que se faz em minutos". Paulo Amaral afirma que esta fragilidade (o "DNS poisoning") já é conhecida há cerca de um ano, "mas que é tecnicamente tão complexa que só se torna útil quando há uma ferramenta que a explora". E se ele não conhece nenhuma, não quer dizer que não exista - até porque "boa percentagem dos servidores da Internet são atacáveis e quanto mais tempo passar, maior a probabilidade dela surgir".

Informado pelo Expresso, Jorge Lacão, o secretário de Estado que tutela o CEGER, mostrou-se perplexo e afirmou que, não obstante, "se tomam todas as providências adequadas para garantir a segurança do sistema de comunicações do Governo".

Antigos responsáveis da segurança afirmam que o risco de "ataque" é real, mas que o problema maior, como dizia o ex-director-adjunto do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), Dario Carreira, é "uma persistente falta de cultura de segurança. Qualquer rede de um Estado é sempre um alvo, seja de adversários internos ou externos, seja no campo da defesa, da economia, ou da política, tudo depende dos objectivos".

E se parte da nossa segurança tem residido no facto de não sermos um alvo, disse por sua vez o general Loureiro dos Santos, a verdade é que "a probabilidade de sermos atacados é tanto maior quanto maior for a percepção de que somos vulneráveis".


Nota da Presidência do Conselho de Ministros em reacção à notícia do Expresso

Face à notícia divulgada pelo jornal Expresso, sob o título "Conseguimos entrar na rede informática do Governo", a Presidência do Conselho de Ministros informa o seguinte:

1. Ao contrário do sugerido na referida notícia, não se verificou qualquer intrusão na Rede Informática do Governo. Com efeito, a Rede Informática do Governo é uma rede reservada que se encontra fortemente protegida de acessos externos pela Internet, estando os respectivos equipamentos informáticos sujeitos a rigorosos níveis de segurança e avançados instrumentos de protecção.

2. Da notícia do Expresso o que resulta é a constatação da possibilidade de eventual acesso apenas a uma zona de registo de nomes dos subdomínios "gov.pt", que são meros endereços para acesso a sítios da Internet, nos quais apenas residem conteúdos de divulgação pública.

3. Há, pois, que distinguir o sistema onde está hospedado o conjunto dos servidores Web geridos pelo Ceger (Centro de Gestão da Rede Informática do Governo), no qual se incluem os servidores que gerem os subdomínios "gov.pt", da Rede Informática do Governo propriamente dita. Nestas condições, qualquer informação que sugira a intrusão na Rede Informática do Governo é falsa.

4. A melhor prova da eficácia da segurança do sistema informático do Ceger é o facto de o sistema ser capaz de rejeitar regularmente numerosas tentativas de intrusão, as quais, aliás, se intensificaram significativamente nos últimos dias a níveis muito preocupantes e nunca antes verificados. Deve, em todo o caso, realçar-se que o sistema informático rejeitou, com sucesso, 12 tentativas graves de intrusão entre os dias 27 e 29 de Setembro, tendo esse número mais do que duplicado (32 tentativas graves de intrusão) entre os dias 30 de Setembro e 2 de Outubro.

5. O Ceger encetou, entretanto, as necessárias diligências tendo em vista detectar a origem das tentativas de intrusão, bem como a reavaliação dos mecanismos de prevenção disponíveis para contrariar a intensificação dos ataques informáticos, incluindo ao nível dos servidores que disponibilizam conteúdo de acesso público pela Internet.

6. Finalmente, informa-se que a Presidência do Conselho de Ministros não deixará, se necessário, de participar criminalmente contra os responsáveis pela prática de quaisquer actos ilícitos no domínio do cibercrime, ao abrigo das disposições legais aplicáveis.

Reprodução do comunicado publicado hoje (dia 3) no site da Presidência do Conselho de Ministros

Texto publicado na edição do Expresso de 3 de Outubro de 2009.
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Conseguimos entrar na rede informatica do Governo
Toni 2 (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 10:41 | Domingo, 4 de outubro de 2009
Mas alguém tem duvidas que a segurança é uma meta inatingivel até à presente data. Isto é a mesma situação que fazem os comerciantes nas suas lojas. Para as proteger põem grades, nas portas e montras. Outros preferem colocar camaras e outors alarmes. Há os mais cautelosos que colocam isso tudo a fim de se sentirem mais protegidos. Acontece que os ladrões assaltam em pleno dia quando se encontra em funcionamento e armados até aos dentes e levam o que querem. De que lhe serviu toda a protecção perguntam alguns. Ora bem. Serviu para aqueles larápios que não têm armas, ou seja para os ladrões rascas. Para os profissionais e destemidos até podem por tudo isso e ainda um guarda à porta, porque a sua determinação nada os faz recuar. É exactamente o que se passa na informática.
 
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Para além da reportagem - boa sem dúvida! -estamos
dedalo11 (seguir utilizador), 2 pontos , 22:36 | Sábado, 3 de outubro de 2009
.. aqui a falar de facilmente se poder penetrar nos segredos de estado. Isso fez-me lembrar que pelos mesmos meios se pode entrar nos segredos da Justiça, e afinal, os tão famosos bufos podem não passar de hackers contartadis por jornalistas menos sérios - que os há e aos montes! - e que são capazes de, desculpem a expressão dar o cú por uma notícia que faça sorrir os responsáveis pelos pasquins.
Assim sendo, penso que no sector da Justiça onde o nível de segurança, pela tabela aqui apresentada parece que é 0,1, deveriam ser observados outros preceitos técnicos, embora, pessoalente, seja contra o segredo de justiça pelo que ele contém de envenenamento para todas as partes. Bom, o Expresso cometeu a proeza e ao que diz, não ultrapassou o risco o que só lhes fica bem.
 
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Tenham juízo !
J Saints (seguir utilizador), 2 pontos , 22:50 | Sábado, 3 de outubro de 2009

escusado será dizer que lá vai o expresso lerpar com esta notícia e ter o ministério público à perna .... tentar é crime !

Todos as redes são vulneráveis , umas mais outras menos , mas é uma questão de tempo e recursos que se aplicam ...

Se já foram pirateados seviços sensíveis Americanos e outros de relevo não se iludam com a inviolabilidade dos nossos sistemas.
 
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    Re: Tenham juízo !    Ver comentário
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 2:33 | Domingo, 4 de outubro de 2009
    Re: Tenham juízo !    Ver comentário
J Saints (seguir utilizador), 2 pontos , 15:27 | Domingo, 4 de outubro de 2009
    Re: Tenham juízo !    Ver comentário
fimdalinha (seguir utilizador), 1 ponto , 7:15 | Domingo, 4 de outubro de 2009
    Re: Tenham juízo !    Ver comentário
fimdalinha (seguir utilizador), 1 ponto , 9:13 | Domingo, 4 de outubro de 2009
pequeno truque
B l u e S k y (seguir utilizador), 2 pontos , 0:12 | Domingo, 4 de outubro de 2009
desligaram a firewall para criar um grande suspense...
...felizmente, já todos conhecemos o filme.
The show must go on.
José Showcrates...
 
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PARA QUÊ?
Musoko (seguir utilizador), 2 pontos , 15:00 | Domingo, 4 de outubro de 2009
O governo português tem rede informática? Para quê? O sistema está sempre em baixo!
Trabalhem mas é com papel (que é o que toda a gente afinal faz, incluindo o tal jornalista do Publico que enviou um print em papel ao inimigo) e deixem-se de bizarrias modernaças.
 
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DEIXEM-SE DE TRETAS
Musoko (seguir utilizador), 2 pontos , 15:26 | Segunda feira, 5 de outubro de 2009
Sim, deixem-se de tretas, eu consegui entrar na minha própria rede e espiei-me a mim próprio, vou-me queixar ao PGR do meu outro eu, falso, dissimulado, espreitacionista.
E não fico por aqui, eu consigo fazer escuta das minhas próprias chamadas, gravá-las!
Sou um perito em questões informáticas, tuguinhas da babugem!
 
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Conseguimos entrar?
PresidenteDaJunta (seguir utilizador), 1 ponto , 22:29 | Sábado, 3 de outubro de 2009
LOL! Entre um ataque de DNS poisoning e "entrar" ainda vai uma boa distância! Agarrem juízo! O Expresso vai perdendo a credibilidade a cada dia que passa e é uma pena...
 
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    Re: Conseguimos entrar?    Ver comentário
Ñ nasci pra ser Tuga (seguir utilizador), 1 ponto , 11:43 | Domingo, 4 de outubro de 2009
    Re: Conseguimos entrar?    Ver comentário
Spinn3r (seguir utilizador), 1 ponto , 22:33 | Domingo, 4 de outubro de 2009
    "Ownar"? "patchada"? Ou: "apropriar" e "remendada"    Ver comentário
Xico Taxista (seguir utilizador), 2 pontos , 4:31 | Segunda feira, 5 de outubro de 2009
    Re:    Ver comentário
Spinn3r (seguir utilizador), 1 ponto , 5:24 | Segunda feira, 5 de outubro de 2009
    Passa as noites a trabalhar? Hoje não :-)    Ver comentário
Xico Taxista (seguir utilizador), 2 pontos , 6:03 | Segunda feira, 5 de outubro de 2009
    Eu também trabalho em informática...    Ver comentário
Xico Taxista (seguir utilizador), 2 pontos , 6:10 | Segunda feira, 5 de outubro de 2009
    Re: Conseguimos entrar?    Ver comentário
Ñ nasci pra ser Tuga (seguir utilizador), 1 ponto , 23:26 | Domingo, 4 de outubro de 2009
    Re: Conseguimos entrar?    Ver comentário
Spinn3r (seguir utilizador), 1 ponto , 5:34 | Segunda feira, 5 de outubro de 2009
    Re: Conseguimos entrar?    Ver comentário
Spinn3r (seguir utilizador), 1 ponto , 5:45 | Segunda feira, 5 de outubro de 2009
    Re: Conseguimos entrar?    Ver comentário
PresidenteDaJunta (seguir utilizador), 1 ponto , 23:13 | Segunda feira, 5 de outubro de 2009
    Re: Conseguimos entrar?    Ver comentário
Spinn3r (seguir utilizador), 1 ponto , 9:46 | Terça feira, 6 de outubro de 2009
Expresso
ANO1933 (seguir utilizador), 1 ponto , 23:11 | Sábado, 3 de outubro de 2009
Sr. Henrique Monteiro:
Responda só a esta interrogação: Tentou de facto, penetrar na rede informática de Belém, e não o conseguiu?
Eu, por sinal não li o comunicado da Presidência da República, mas há um comentador, (é porque o leu ) que desmente esta versão do Expresso !
Em que ficámos ?
Quem está, na realidade a mentir ?
Por amor de Deus, espero que o Expresso não tenha descido ao nível daquele periódico, denominado D.N. e que é conhecido por ser um porta voz do PS, desde que a família Oliveira o comprou ?
Quem quiser adquirir tal jornal, gratuitamente (Tal é a tiragem!), basta dirigir-se às lojas da PT, da TMN ou da ZON !
Porque é que o Expresso, o Sol, o Público, o Correio da Manhã, não o fazem? Sérá difícil, conhecer a resposta ?
O mesmo tem à fente um Director, com comportamentos totalmente diferentes, ( D.N. e Correio da Manhã )
Agora só tece loas a José Sócrates, o que lhe valeu fortes elogios por parte deste, pùblicamente !
Pudera !
A isenção, num jornalista, é uma coisa muito bonita !
 
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    Re: Expresso    Ver comentário
antonius09 (seguir utilizador), 1 ponto , 15:11 | Segunda feira, 12 de outubro de 2009
Rede informática
ANPICAPA (seguir utilizador), 1 ponto , 2:05 | Domingo, 4 de outubro de 2009
Não serão os computadores Magalhães mais seguros? Como não percebo quase nada disto, ao menos dou uma ajuda. Obrigado.
 
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    Re: Rede informática    Ver comentário
fimdalinha (seguir utilizador), 1 ponto , 7:16 | Domingo, 4 de outubro de 2009
Questão - Segurança Nacional
lsreis (seguir utilizador), 1 ponto , 3:24 | Domingo, 4 de outubro de 2009
Ainda não vi nada escrito, em editoriais ou artigos de opi-nião, sobre esta questão. Como é que o Chefe Supremo das Forças Armadas, Presidente do Conselho de Estado e Presidente da República Portuguesa tem dúvidas e não garante a confidencialidade das suas comunicações? Qualquer militar no activo, sendo "oficial de dia" na sua unidade tem à sua responsabilidade os "códigos da NATO" para o caso de conflito armado.Pois é, como cidadão português, pergunto-me como é que o Chefe Supremo das Forças Armadas garante a confidencialidade das comuni-cações dentro das várias Unidades Militares, que como disse são detentoras de "códigos especiais" para o caso de conflito armado no âmbito da NATO, se na sua própria casa tem dúvidas sobre eventuais "escutas"? Deixemo-nos de politiquices e vamos ao cerne da questão se o Presidente tem dúvidas sobre a "fiabilidade" das comunicações dentro da sua casa, como pode assegurar a segurança das mesmas nas várias Unidades Militares do País? Quem pôs em causa a segurança do País? Para mim, não foram os comentários de individualidades do PS, não foi o e-mail que andou por "dentro" do Público, não foi o jornal que o publicou, foi o Sr. Presidente da República na sua comunicação. Deve sim, para além de ouvir os Partidos, convocar de imediato uma reunião do Conselho de Estado para aí se explicar sobre as "dúvidas" que tem sobre a fiabilidade das comunicações. Esqueceram-se que ele não é só Presidente da República ? Esperava mais do vosso editorial de hoje.
 
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    Re: Questão - Segurança Nacional    Ver comentário
Fernando Ramos (seguir utilizador), 1 ponto , 11:31 | Segunda feira, 5 de outubro de 2009
    Re: Questão - Segurança Nacional    Ver comentário
lsreis (seguir utilizador), 1 ponto , 22:31 | Segunda feira, 5 de outubro de 2009
    Re: Questão - Segurança Nacional    Ver comentário
Fernando Ramos (seguir utilizador), 1 ponto , 22:43 | Segunda feira, 5 de outubro de 2009
Vejam lá se não vos acontece o mesmo...
fimdalinha (seguir utilizador), 1 ponto , 8:09 | Domingo, 4 de outubro de 2009
é que o expresso tambem tem rede informatica... e o servidor do aeiou não é impenetravel.... olha ó telhado....
 
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Tratar os assuntos pela rama
Joao Cannpos (seguir utilizador), 1 ponto , 9:49 | Domingo, 4 de outubro de 2009
Caro expresso,

Você não entrou em lado algum. Você conseguiu obter algumas informações que são do domínio público.

Este assunto é muito, mas muito mais vasto. Mete conceitos como firewall, VPN, bridging, NAT etc. Vão estudar ......

 
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Lamentável
Sanxi (seguir utilizador), 1 ponto , 10:02 | Domingo, 4 de outubro de 2009
Não sei avaliar até que ponto o teste do Expresso realmente vulnerou a segurança da rede informática do governo de Portugal, mas independentemente do alcance desse teste parece-me lamentável que o anunciem publicamente como uma vitória, sugerindo a toda a opinião pública e a quem queira aproveitar essa brecha que o faça pois tem a porta aberta. Trata-se de uma questão de segurança nacional onde o dever de proteger deve estar por cima do direito a informar.
 
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Figura triste !
fumarola (seguir utilizador), 1 ponto , 11:32 | Domingo, 4 de outubro de 2009
A nóticia devia ter saído a semana passada. Assim, Cavaco estava mais descansado e não tinha feito a figura triste que fez, na passada 3ª feira.
 
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Mendonça Júnior, Coronel de Cavalaria
sinahd (seguir utilizador), 1 ponto , 12:06 | Domingo, 4 de outubro de 2009
AMIGO CAVACO… Foi esta: (…) estarei aqui para defender os superiores interesses de Portugal (…) a última expressão dos 11 minutos com que justificaste a tua atitude ao País, «para falar do caso das escutas de Belém», na noite de 29 de Setembro de 2009.

Nós, todos nós, não temos qualquer dúvida sobre isso.

Porém, hoje, precisamos de um CHEFE…

Nomeia o governo acabado de ser sufrajado e demite-te.

As tuas memórias de “bon homme” serão úteis quando forem recordadas no Portugal do Futuro.

 
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