Carlos Cruz afirmou que sem qualquer fundamento foi acusado de "factos que não aconteceram", assistindo "como personagem vítima a uma monstruosidade jurídica e erro judicial". (Vídeo SIC no fim do texto)
Carlos Cruz disse hoje que foi condenado em tribunal sem a existência de provas, considerando de "preconceito" o julgamento que durou quase seis anos.
"Sem provas da minha culpa fui hoje condenado a sete anos de prisão", afirmou o apresentador de televisão, numa conferência de imprensa realizada em Lisboa, após a leitura da sentença, no Campus de Justiça.
Carlos Cruz afirmou que "sem qualquer fundamento" foi acusado de "factos que não aconteceram", de estar em sítios que "não"frequentou" e de estar com pessoas que "não" conheceu.
Considerando o julgamento "de preconceito", salientou que assistiu "como personagem vítima a uma monstruosidade jurídica e erro judicial".
Carlos Cruz vive "pesadelo"
"Acabo de assistir a qualquer coisa que se fosse contado seria um pesadelo", disse.
Carlos Cruz frisou ainda que "o que se passou no Campus de Justiça é um ponto de partida para uma luta".
O julgamento do processo de abusos sexuais na Casa Pia chegou hoje ao fim com a leitura do acórdão final, quase seis anos depois de ter começado, tendo Carlos Cruz sido condenado a sete anos de prisão efetiva.
Em tribunal responderam os arguidos Carlos Silvino, ex-motorista da Casa Pia, o ex-provedor da instituição Manuel Abrantes, o médico João Ferreira Diniz, o advogado Hugo Marçal, o apresentador de televisão Carlos Cruz, o embaixador Jorge Ritto e Gertrudes Nunes, dona de uma casa em Elvas onde alegadamente ocorreram abusos sexuais.
Seis dos arguidos foram condenados a penas de prisão efetiva, enquanto Gerturdes Nunes foi absolvida.
O coletivo de juizes do caso Casa Pia determinou também, na leitura do acórdão, que seis dos arguidos têm que indemnizar as vítimas com valores que variam, para cada uma, entre 15 mil e 25 mil euros, mas foram absolvidos de indemnizações cíveis.
Pode-se considerar injustiçado perante que houve mais gente presa mas que conseguiu a liberdade e sabe-se de que como foi feita.
Mas deixo um conselho se acha que está injustamente acusado contrate uma equipa de investigadores, e prove a sua inocência se puder.
Mas custa-me a crer que tantas pessoas mentissem em simutâneo e - pior - conseguissem sustentar a mesma mentira durante anos.
É que, quando se mente, tem de se ter muito cuidado para lembrar tudo o que se afirmou e repeti-lo de igual modo.
Estes miúdos, agora adultos, passavam tantos anos sem se contradizer, mesmo quando apertados pelos tubarões da advocacia?
que " condenado injustamente"......faça o que prometeu e diga os que ainda faltam condenar!..se fizer isso..... eu absovlo-o!!!
como e posivel os "miudos" terem denunciado um abusador cm descriçoes fisicas de foro intimo e...... nem sequer foi constituido arquido?
concerteza com base nesse facto.. o carlso cruz tem razoes para se declarar tao inocente como o outro
Eu estou ansioso para que o carlos Catrapuz ponha cá fora os nomes dos outros todos que ele sabe.
A Catalina também disse que o grosso da coluna anda cá fora.
A catalina também disse hoje que alguns miúdos descreveram pormenorizadamente alguns traços físios do Paulo Pedroso e que ela disse isso ao irmão dele e pediu para que fosse feita uma junta médica para ver se as coisas condiziam. Também pediu isso por carta ao MP, mas nunca foi feito.
Se os agora condenados tivessem irmãos no CSM, talvez outro galo lhes cantasse...!!!
Apendi e fui criado a respeitar e a confiar na justiça, mas neste momento tenho muitas dúvidas, por isso não me admira que tenhas sido condenado para dar o exemplo na tentativa de credibilização da justiça e ainda evitar, um pacote multimilionário de indeminização.
Uma coisa é certa, já perdeste, pois na justiça podes recorrer e prolongar até á prescrição, mas na opinião pública já foste condenado a prisão perpétua e até eterna!!!!!
O desrespeito é regra. Em Portugal gozasse muito com o que se devia respeitar. O mediatismo com que Carlos Cruz, o pedófilo, tem sido beneficiado é no mínimo um escândalo. Quem é esta personagem escabrosa para, merecer tanto tempo de antena? Invoca a popular cabala. Ele é que tem razão. Todos os outros são mentirosos. Os tribunais não prestam. Os miúdos não merecem credito porque são todos párias da sociedade… Sim senhor! Este Cruz é um caso português! É nestas coisas que se vê a pequenez de Portugal. É patético todo o tratamento mediático dado a este e só a esta criatura. Os média deviam se mais rigorosos e mais exigentes e não dar tratamento especial a um criminoso.
Se esta condenação é feita sem provas, o que dirão os cidadãos do Irão por exemplo, entre muitos outros paises onde a palavra democracia não existe?
Peloo menos já se consegue vislumbrar um resticio de justiça em portugal. Pena que a prisão efectiva não possa realmente ser efectiva. Pena também que muitos outros que deveriam ser culpadaos em todo este processo tenham vergonhosamrnte conseguido escapar ao mesmo mexendo os cordelinhos dos que detêm o poder político, ou seja o PS.
Eu, nestes assuntos, humildemente ignorante, agradecia ser informado,- por quem saiba-, se estes julgamentos são de borla.
Ao sr. Cruz, ex- milionário, e hoje teso,- foi ele que disse nos jornais-,quem paga estes advogados importantíssimos e enervadíssimos, que criticam todos os tribunais que não acolhem as suas doutas opiniões?
Tambem gostava que me explicassem, se souberem, a razão porque o sr, Cruz, hoje de manhã falava grosso e anunciou que IA DIZER TUDO, e MENCIONAR NOMES, e etc.etc., e depois de saber a dose que apanhou, ...emudeceu?
Os "importantíssimos que o defendem, enganaram-no?
Ou o sr. Cruz finalmente convenceu-se que havia uma lei, e que essa lei ia ser cumprida e aplicada por um tribunal, liderado por uma SENHORA JUIZA sem medo?
O sr Cruz, peça ao Senhor,- Aquele que refere, quando olha piamente para o céu-,que nunca um membro da sua família, esteja num tribunal, na posição daqueles 5 jovens.
Experimenta ter um irmão no Conselho Superior de Magistratura e vera que, mesmo com os sinais particulares íntimos reconhecidos pelos miúdos mentirosos, terá direito a uma indemnização paga aqui pelos “Lorpas” e como bónus poderá concorrer a presidente da câmara do concelho de Almada… Brincalhões
Ha vinte anos atras recebi um telefonema, que contaria para uma qualquer estatistica, perguntando-me se acreditava na Justica e na isencao dos juizes portugueses! Depois de mo perguntar a mim mesma, respondi que sim; que mesmo que um erro surgisse por humana falha de um qualquer juiz sempre seria possivel recorrer afim de repor a verdade. Pois bem, mudei de opiniao.
De facto, gostaria de perceber esta condenacao do Carlos Cruz, a que provas se referem e quem sao e que credibilidade possuem esses que o acusam.
Eu vi na SIC a entrevista com Carlos Cruz e fiquei chocado. Até pensei que vale a pena ser um "anormal" para virar figura pública. Ou será que as figuras públicas são anormais ?
A apresentadora até deixou o entrevistado virar-se para a câmara que estava no ângulo correcto, para dizer aos portugueses que estava inocente.
Mas uma coisa é certa: tive um caso de uma vigarista que não me pagou uma renda e ela levou meia dúzia de testemunhas falsas e a Juiza acreditou nessas provas testemunhais e c.a.g.o.u.- s.e. para as provas documentais ou seja: os documentos provavam que a renda não foi paga nem ela apresentou o recibo correspondente ao mês da renda que estava em causa...Foram as testemunhas falsas e mentirosas que fez a vigarista ganhar o caso...
Neste caso específico, acredito pessoalmente que não se aplique, mas nunca se sabe...
A justiça, para limpar a imagem negativa que tem perante a opinião pública, usou este caso como bode expiatório, caso contrário também teriam sido ilibados. Mas acredito que acabe por ficar tudo em águas de bacalhau com os recursos e mais recursos que a justiça permite. Ela está preparada para proteger os tubarões, porque o cidadão vulgar não tem dinheiro para andar de recurso em recurso...
Mais uma vez assistimos a uma entrevista feita a um membro da comunicação social. As respostas do entrevistado não foram interrompidas, Carlos Cruz estorvou a entrevistadora colocando-lhe questões, nomeadamente o que ela faria no seu caso, de injustiçado, e esteve à vontade para, delirantemente, insultar tudo e todos e armar-se em defensor da Justiça portuguesa. Foi constrangedor ver uma profissional da informação engasgar-se, abdicar da frontalidade e da agressividade com que mimoseia regularmente os entrevistados que convida.
Carlos Cruz fez o papel do costume, um homem injustiçado que foi condenado sem provas, esquecendo que os abusados e o homem que levava os jovens para serem abusados foram testemunhas e os seus depoimentos foram aceites pelo Tribunal.