Bússola eleitoral: Saiba a sua orientação política no site da SIC
A poucas semanas das eleições legislativas, a SIC acaba de colocar online uma bússola eleitoral. Comente as afirmações e saiba a sua orientação política. Mais à esquerda, à direita ou ao centro. (veja o vídeo da SIC no final do artigo)
A partir de hoje para descobrir a sua orientação política tudo o que terá de fazer é aceder a http://sic.sapo.pt/bussolaeleitoral
e comentar 28 afirmações tais como: O crescimento da economia passa pela flexibilização das leis laborais; Devia-se facilitar ao máximo a obtenção do divórcio; Devemos proteger o ambiente mesmo à custa do crescimento económico.
Concluída esta primeira fase os internautas são ainda convidados a avaliar numa escala de 0-10 os líderes partidários que vão a votos no próximo dia 27, bem como a indicar a probabilidade de votar em algum dos partidos políticos.
O resultado surge finalmente no ecrã, sendo apresentado num gráfico cartesiano onde o posicionamento político do internauta aparece enquadrado com o dos partidos.
A bússola eleitoral da SIC permite guardar, apagar ou imprimir o resultado, bem como enviá-lo a um amigo por correio electrónico.
clareza (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 23:17 | Quarta feira, 2 de setembro de 2009
é assim que classifico esta pérola do expresso. Um inquérioto tendencioso para um naipe de respostas tendenciosas que tendenciosamente encostam quem morder o anzol a um dos campos. Isto no mesmo expresso que não raras vezes tem editores seus a dizer que essa coisa da esquerda e da direita já não existe.
Isto é como os testes de QI.. pode não ser uma ciencia exacta mas dá uma boa ideia. Eu até o teste divertido, ainda que vago, e correspondeu às minhas expectativas: calhei numa área onde não há NENHUM partido político. Isso explica muita coisa (que eu aliás já sabia). Também o posicionamento dos partidos revela algum desconhecimento: O PCTP/MRPP não está à direita do PCP nem do BLOCO. Porra! Aquilo está mal.
E aqueles eixos.. então eu não posso ser tradicionalista sem ser nacionalista? Então eu não posso ser de direita e simultâneamente intervencionista? E os preços tabelados do tempo do Salazar? Querem ver que o Salazar era comunista? háhá! este teste denuncia muita indoctrinação neo-clássica.. mas dentro do género até achei a porra do teste interessante. Talvez se adapte bém aos programas dos partidos políticos. O problema dos PROGRAMAS dos partidos é que são feitos para as eleições.
Já dizia o Malcom X: «I dont to hear what they say, I've seen what they do».
se pode evitar a contribuição para a segurança social "pública". Nunca aliás se questionou sobre se podem conviver fundos de pensões privados e esquemas seguradores como PPR's com o sistema público. Isso é uma evidência e está correcto. O que se pergunta ou está na ordem do dia é saber se a a existência desses esquemas contributivos privados deverá implicar o plafonamento em obediência a um princípio de liberdade de escolha.
Assim, considero a pergunta mal formulada e com tendência a fornecer uma amostragem desajustada. Em princípio ninguém se opõe a que uma pessoa possa escolher. Embora, na minha opinião, pagar as contribuições para a SS é um dever de cidadão, sob pena da ainda maior falência do Estado social de Direito.
O que já não pode dizer é que a segurança social (pública, que é a acepção que a grande maioria lhe dá) é também financiada pelos esquemas contributivos privados das seguradoras.
Na verdade, o Estado investe algum do bolo no mercado de capitais, mas é ele quem o gere e é ele o responsável pela rentabilidade do dinheiro. O que é muito diferente de optar pelo sistema americano, tão criticável sob tantos aspectos...
Olhe-se, por exemplo, para o modelo Holandês, que obriga as empresas a terem seguros de saúde, mas não deixa o cidadão abandonado e à sua sorte
Não posso deixar de registar o facto de uma boa parte dos comentadores terem manifestado desconfiança face a este instrumento de posicionamento analítico.
De facto, é curioso que tantos se tenham manifestado contra a validade ou a credibilidade deste instrumento, quando ele assenta na mesma plataforma que foi desenvolvida por uma universidade italiana (se não estou em erro) para as eleições europeias.
Ora, quando a plataforma deste instrumento foi divulgado aquando das eleições europeias, não se ouviram tantas críticas nem tantaas acusações de falta de credibilidade.
Eu próprio fiz o teste e achei que existiam algumas pergunta com erros de formulação. No entanto, grosso modo, o teste está bem elaborado e é possível aferir a maior ou menos proximidade ou distanciamento face às diferentes forças políticas portuguesas.
Os meus parabéns aos autores da Bússola eleitoral.
Que a gente sabe muito bem o que quer para o País, é verdade e, para isso, o teste até que funciona bem e aponta-nos em termos teóricos de qual estamos mais próximos. O gravíssimo problema é que não há gráfico algum que nos possa colocar em sintonia com este ou aquele político. Eles têm ou apresentam ideologias, programas e intenções, mas depois e porque nós votamos nos líderes, mais do que nos programas, é que as teses de análise vão por água abaixo. Apenas ficamos a saber a nossa posição teórica no espectro das ideias políticas e isso sendo interessante, não nos consegue propor uma mudança de voto. Pelo menos digna, porque a política é feita por homens que raramente cumprem.
Acabei de responder e, pelas perguntas, e conclusão que tiram acho que isto é indutor...de uma forma subtil...a pessoa pensará...pois é... e acho que não é...
Que critérios têm para chegar ao resultado?
Quem fez o estudo?
Qual o grau de credibilidade?
Grande treta que esta "bússola" me saiu..
Respondi a todas as questões de acordo com a minha personalidade..e o resultado é que tou mais próximo do PS..
Cruzes canhoto..vai de retro..lagarto..lagarto..lol..
Os extremos quase que se tocam..quase..não mais que isso..
Realmente já respondi, bateu +/- certo mas acho o inquérito muito fraquinho. Respondi também a um inquérito deste género aquando das Eleições Europeias e esse sim, estava muito bem feito. O inquérito a que me refiro era facultado pela própria UE e esse sim, era credível e muito interessante. Fiz uma breve análise dos resultados e acho que o PS não está posicionado correctamente. Pode estar pelos princípios básicos do Socialismo mas não de acordo com as politicas que este PS tem aplicado enquanto Governo, e como todos sabemos, se o PS ganhar as eleições, vamos ter mais do mesmo. O PS nunca esteve tão próximo do PSD com agora, por isso é que o PSD tem tido dificuldades em lhe fazer oposição.
Declaração de princípios: Sou tendencialmente de Direita: Mais por experiência que por ideologia.
Quanto aos resultados, penso que a sua apresentação não é muito clara e ver a "magna" divisão entre Direita e Esquerda na óptica dos partidos portugueses e seus programas eleitorais faz incorrer no risco de se usarem uns óculos especiais para corrigir o estigmatismo. A razão é simples: Sendo dependentes do Estado, tendem a ser conservadores no pior dos sentidos e na colagem às "tribos" respectivas.
Houve uma experiência similar no Jornal I e não se decalcava as respostas sobre os programas e os manifestos partidários. Mais, não incluía factores subjectivos como a simpatia em relação a determinados líderes. Eu posso ser de esquerda e gostar do Portas, ou ser de direita e apreciar o Jerónimo...Mas desenvolver o princípio de forma crítica implicaria outras consequências relativas à degradação da democracia...Ou Demopopulismo...
Finalmente, discordo em absoluto da forma capciosa com que se pergunta sobre o financiamento da segurança social. A expressão segurança social ganhou uma acepção orgânica-funcional e designa na vox populis, a soma dos sistemas ou subsistemas cujo finaciamento provém de uma imposição pública, leia-se, taxa ou contribuição para SS, decorrente de normativo legal, ainda que dependente de adesão - sindicatos...Nunca designou também os sistemas privados de adesão voluntária. A questão prende-se com o plafonamento e sobre se, a partir de determinado limite