Cirurgiões conseguiram, ontem, remover quatro agulhas de costura alojadas num pulmão e próximo do coração de um menino brasileiro de 2 anos, e que alegadamente foram espetadas no corpo da criança pelo seu padrasto numa série de rituais bizarros.
A porta-voz do Hospital de Salvador, Susy Moreno, referiu que a cirurgia demorou pelo menos três horas e que a criança se encontra em estado clínico estável.
Dezenas de agulhas continuam no interior do corpo do menor mas as quatro que foram extraídas eram as que representavam uma maior ameaça. Ao todo foram espetadas no corpo do rapaz 42 agulhas.