Lisboa, 10 Mar (Lusa) - A Fundação Champalimaud garantiu hoje que o futuro biotério da Azambuja tem como principal objetivo "melhorar as condições de bem-estar na investigação biomédica" e recusou que o projeto tenha objetivos comerciais.
O investigador da fundação Rui Costa foi hoje ouvido na comissão parlamentar de Educação e Ciência a propósito de uma petição contra a construção do Biotério da Azambuja, um projeto das fundações Champalimaud, Calouste Gulbenkian e Universidade de Lisboa, que permitirá criar animais a usar na investigação científica.
Apresentando-se como veterinário e um dos responsáveis pela ética do projeto, Rui Costa garantiu que não será construído um biotério com fins comerciais, nem haverá experimentação em cães e gatos, assim como se cumprirá a proibição legal de infligir sofrimento agudo e crónico nos animais.