23/02/2012 atualizado às 14:08
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Atenas puxa o gatilho: risco dispara nos "periféricos"

O anúncio de que o governo grego vai avançar com um referendo no final deste ano ou em janeiro de 2012 sobre o 2º pacote de resgate reanimou o risco de bancarrota em 8 países da zona euro, com destaque para os cinco "periféricos". Itália, Espanha e Bélgica em destaque

Jorge Nascimento Rodrigues (www.expresso.pt)
11:22 Terça feira, 1 de novembro de 2011

A tendência já sublinhada ontem de subida nas yields (juros implícitos, uma medida de rendibilidade) dos títulos do Tesouro de um grupo de países da zona euro e do risco de incumprimento das suas dívidas soberanas continua hoje.

Em destaque continuam a Itália (com as yields dos títulos do Tesouro a 10 anos a chegarem, na abertura, aos 6,21% no mercado secundário e o custo dos credit default swaps já próximo dos 500 pontos base), a Bélgica (com o custo dos credit default swaps a aproximar-se dos 300 pontos base) e Espanha (com as yields das obrigações espanholas a 10 anos a abrir em 5,60% e o risco de bancarrota a subir para 27,6%).

O movimento é acompanhado pela Grécia, Portugal, Irlanda, França e Áustria em termos de subida da probabilidade de incumprimento. No mercado secundário, as yields dos títulos do Tesouro gregos, portugueses e irlandeses continuam em alta. Com particular destaque para os títulos gregos, cujas yields voltaram a disparar depois do anúncio ontem à noite da possibilidade de um referendo na Grécia sobre o segundo pacote de resgate.

O prémio de risco aumenta ainda mais nos "periféricos" e no caso da Bélgica, em virtude de uma quebra colossal das yields dos títulos alemães, os Bunds, que servem de referência na zona euro e que são encarados cada vez mais como refúgio face ao descalabro à volta. Já ontem as yields dos Bunds nos prazos a 2, a 3 e a 5 anos tinham descido durante o dia mais de 10% e hoje seguem na mesma tendência de queda.

Comparando as yields dos títulos soberanos a 10 anos, a situação hoje de manhã era a seguinte no mercado secundário, segundo dados da Bloomberg: 24,01% para os títulos gregos; 11,87% para as obrigações do Tesouro; 6,21% para os títulos italianos; 5,60% para as obrigações espanholas; 4,38% para os títulos belgas; e 1,88% para os Bunds. A Bloomberg deixou de dar indicação para as yields dos títulos irlandeses a 10 anos, desde 11 de outubro.

Semana agitada em Atenas


O anúncio ontem à noite de que o governo grego tenciona avançar com um referendo sobre o segundo plano de resgate ao país desenhado pela cimeira europeia da semana passada (26 de outubro) teve o efeito de um soco no estômago da chanceler alemã Merkel e do presidente francês Sarkozy e reanimou os mercados da dívida bem como afundou as bolsas.

As agências de notícias falam de uma provável teleconferência do G2 europeu - Merkozy, como é jocosamente designado - ainda hoje, em vésperas de uma reunião do Banco Central Europeu e a poucos dias da cimeira do G20 em Cannes.

George Papandreou, primeiro-ministro grego, avançou com mais uma moção de confiança ao seu governo que será votada esta sexta-feira no parlamento em Atenas e anunciou a intenção de organizar um referendo no final deste ano ou em janeiro de 2012 devolvendo a palavra ao povo grego para decidir sobre o 2º plano de resgate.

Este novo plano traz dois ingredientes principais: um "corte de cabelo" (hair cut, na designação técnica) de 50% na parte da dívida soberana grega detida por credores privados (sobretudo bancos gregos, cipriotas e europeus) que está ainda em negociação, e um novo pacote de resgate com nova injeção de euros exigindo como contrapartida o cumprimento das metas de austeridade e de privatizações.

Muitos analistas encaram este plano como o default mais suave possível nas atuais circunstâncias. Um hard default poderá implicar um "corte de cabelo" da dívida na ordem dos 75%, segundo declarou hoje Andrew Lim, da Espírito Santo em Londres, ao jornal The Telegraph, e a declaração de um evento de crédito (um default puro e simples) por parte das agências de crédito e dos organismos que regulam o mercado dos credit default swaps.

O governo grego, com esta "surpresa" do referendo, tenta evitar a convocação de eleições antecipadas. Segundo algumas agências, a oposição no parlamento em Atenas poderá resignar em massa e provocar tais eleições. O efeito de eleições antecipadas é, também, ainda imprevisível.

 

 

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O capitalismo corrupto pode lançar o mundo no
Resistente (seguir utilizador), 2 pontos , 12:55 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
desastre. Se fôr realizado o referendo e o resultado fôr não então é que "a porca vai torcer o rabo" e segundo circula na Internet o governo grego encomendou 4oo tanques de guerra aos EUA e a CIA já prepara um plano para instaurar nauqele País uma ditadura militar....

 
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    Re: O capitalismo corrupto pode lançar o mundo no    Ver comentário
quebra-bilhas (seguir utilizador), 1 ponto , 22:49 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
    Re: O capitalismo corrupto pode lançar o mundo no    Ver comentário
julcal (seguir utilizador), 1 ponto , 0:38 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
    O capitalismo corrupto lança o CAOS no mundo !    Ver comentário
villegas (seguir utilizador), 1 ponto , 12:50 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
O futuro está desenhado aqui,
Rio Grande (seguir utilizador), 2 pontos , 13:50 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
no qual o estado política vai cair de joelhos diante da força do capital, que o transformará num grande negócio, que não pode perder dinheiro. Só será diferente se uma grande hecatombe alisar o mundo que conhecemos... Rio Grande
 
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Os "coroneis" estão de atalaia... novamente
CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 14:27 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
Conhecendo - mesmo superficialmente - a Grécia, apercebemo-nos desde há muitos anos de um PREC lactente. À frente de partidos e organizações sindicais encontram-se ainda fortes influências da guerrilha contra a ditadura. Gente que se habituou a exigir e… a obter.

E para governos corruptos, nada melhor que aceitar sem reclamar. Tal como em muitas ditaduras psedo-democráticas, seguindo uma linha maquiavélica, a primordial preocupação é corromper a oposição.

Com isso evita-se a ditadura pura e dura.

Mais do que nós, a Grécia vive acima das suas possibilidades. Mas tal como nós, cada grego considera ter uma vida miserável.

Se a dívida grega fosse “limpa” na totalidade, no momento seguinte, a Grécia estaria a pedir dinheiro para subsistir.

Tal como cá, cada grego está convencido que o Estado tem a obrigação (tal como os juízes portugueses com a proposta de golpe de Estado institucional) de pagar… mesmo que não tenha. E como o Estado só tem a “fonte” dos impostos, cada grego considera que atingiu os limites do que paga ao Estado.

Como todos se consideram com razão. E como reagem bloqueando e destruindo a economia, estão a “acenar” para um golpe de Estado.

E a CIA – como alguns paranóicos das teorias da conspiração, denunciam – não precisa de fazer nada. Os gregos tratam do assunto… sozinhos.
 
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azurium (seguir utilizador), 1 ponto , 16:54 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
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CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 20:08 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
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azurium (seguir utilizador), 1 ponto , 22:00 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
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CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 22:21 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
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azurium (seguir utilizador), 1 ponto , 22:39 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
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CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 22:53 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
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azurium (seguir utilizador), 1 ponto , 1:54 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
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CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:15 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
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azurium (seguir utilizador), 1 ponto , 14:19 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
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CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:20 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
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azurium (seguir utilizador), 1 ponto , 1:50 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
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CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:58 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
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azurium (seguir utilizador), 1 ponto , 21:41 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
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CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 21:04 | Domingo, 6 de novembro de 2011
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azurium (seguir utilizador), 1 ponto , 22:37 | Domingo, 6 de novembro de 2011
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CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 0:49 | Segunda feira, 7 de novembro de 2011
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CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:57 | Segunda feira, 7 de novembro de 2011
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azurium (seguir utilizador), 1 ponto , 18:03 | Segunda feira, 7 de novembro de 2011
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CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:21 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
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azurium (seguir utilizador), 1 ponto , 2:08 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
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azurium (seguir utilizador), 1 ponto , 2:02 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
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azurium (seguir utilizador), 1 ponto , 2:06 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
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carteiro2666 (seguir utilizador), 1 ponto , 22:06 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
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CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 22:13 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
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carteiro2666 (seguir utilizador), 1 ponto , 22:16 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
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CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 23:03 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
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carteiro2666 (seguir utilizador), 1 ponto , 1:45 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
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CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:45 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
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Silcacos (seguir utilizador), 1 ponto , 16:27 | Quinta feira, 3 de novembro de 2011
Têm medo da própria sombra!
Runaldinho (seguir utilizador), 2 pontos , 15:07 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
Ainda agora assinaram um acordo de perdão parcial da dívida, e já estão a dar o dito por não dito.
Os Socialistas Gregos, sempre me pareceram mais sensatos do que os seus congéneres Portugueses, estes, sempre a queixarem-se dos outros contra a sua própria incompetência e ignorância atroz.
Mas afinal enganei-me! Isto é genético! Faz parte da sua essência cultural e política. Têm medo da própria sombra!
Se queriam referendar, fizessem-no antes!
Ou estão à espera de fazer um teste com vinte páginas no referendo, em vez de colocar-lhes uma simples pergunta?
 
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rubijoca (seguir utilizador), 1 ponto , 22:05 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
Cavado fosso entre capitalismo e democracia
alix07 (seguir utilizador), 2 pontos , 17:01 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
Quando o funcionamento da democracia põe em causa o sistema financeiro , não é o direito do exercício da democracia que está errado , mas sim neste caso o sistema financeiro que está podre , que qualquer brisa democrática o derruba.

Parece claramente evidente que se atingiu o ponto de divórcio entre o sistema capitalista como está a funcionar actualmente e a democracia.
 
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Second Life
Emigrado (seguir utilizador), 1 ponto , 13:32 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
A Europa parece cada vez mais o Second Life. Isto não pode ser verdade. Que mundo é este que vive única e exclusivamente subjugado por mercados?
Quem fez esta porcaria?
Onde estão os responsáveis para os levarmos a tribunal?

Só num mundo patético pode existir uma notícia destas!
 
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Troika e a Tripla Barroso, Sarko Merkel
Volnei (seguir utilizador), 1 ponto , 15:09 | Terça feira, 1 de novembro de 2011

A democracia é um cancro para os ditadores.

A Troika preparava-se para acentuar arrais na Grécia como Salazar tinha os seus governadores nas Ex-colonias.

Como não há crime perfeito a Troika e a Tripla Barroso, Sarko Merkel, arruinaram a economia Grega mas esqueceram-se de destruir a democracia e é essa democracia intacta que quer um referendo.

Bem se ca-lha a Troika e a Tripula queria que o governo grego governa-se o país com manifestações e greves todos os dias?

O referendo serve para que a oposição grega fique atada a decisão do povo e assim acaba-se o motivo das greves e manifestastes, e fica a certeza que o povo grego aceita ou rejeita os acordos da passada quarta feira. Mais democrático não há.

Claro que a oposição na Itália fica a tremer com estas decisões populares na Grécia porque muito possivelmente o próximo referendo vai ser em Itália.

É a vida ... quando a democracia funciona e na Grécia pelos visto funciona.

Mas, mas claro, se o povo grego rejeitar em referendo o acordo da passada quarta feira, é melhor agente nem pensar nas negativas consequencias.

Pensamos então que o povo grego aceita em referendo a rendição.

Nem que seja com fraudes?

Pela imprensa da Troika/Tripula até Janeiro o povo grego vai ser bombardeado com cenários apocalípticos.
 
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    Re: Troika e a Tripla Barroso, Sarko Merkel    Ver comentário
josodrac (seguir utilizador), 1 ponto , 16:45 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
    Re: Troika e a Tripla Barroso, Sarko Merkel    Ver comentário
Celtibero2 (seguir utilizador), 1 ponto , 0:39 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
Falsos democratas
Nunes da Silva (seguir utilizador), 1 ponto , 15:24 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
Têm medo de um referendo?
Querem a democracia na gaveta?
                António José de Matos Nunes da Silva
 
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julcal (seguir utilizador), 1 ponto , 17:37 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
meianoite
meianoite (seguir utilizador), 1 ponto , 16:42 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
Na verdade os gregos com os muitos defeitos que tem tal como nós portugueses deferenciam-se pela coragem que demontram em defesa da sua independência e dos seus valores independentemente das opiniões de cada um.
Eu sempre fui contra a adesão ao euro, mas , quem sou eu , no entanto está há vista de quem quiser ver que realmente foi um erro.
Mas neste momento quem são os paises periféricos em dificuldade,bélgica - austria - espanha - itália-etc sem contar com aqueles como portugal e irlanda.Afinal quase todos com excepção dos paises nordicos e da holanda que são suporte do eixo paris-berlim.Isto é um regresso ao passado ao periodo entre a 1ª e 2ª guerra mundial , é sem dúvida de ter em consideração.
A "razão" para o início de uma guerra mundial foi sempre económica. PENSEM NISSO.
 
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    Re: meianoite    Ver comentário
quebra-bilhas (seguir utilizador), 1 ponto , 22:53 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
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Black Knight (seguir utilizador), 1 ponto , 10:45 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
A bomba atómica grega: o referendo!
RuyAF (seguir utilizador), 1 ponto , 16:46 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
Os referendos são normalmente a voz da cntestação popular que, raramente, se encontra bem informada de todas as implicações das suas decisões. As implicações são tão complexas mesmo para os mais bem informados. Estes nem imaginam a profundidade total das consequências de um não.
Depois de o perdão de 50%, a UE receberá uma bomba atómica no seu sistema financeiro. A Grécia sairá da zona Euro. Será que os gregos conseguirão entender minimamente as consequências de um não num cenário de luta, quase incediário, de contestação. Será que terão a presença de espírito, capacidade de avaliação das consequências nas alternativas que se põe? As consequências serão de âmbito mundial. A banca portuguesa hoje já sentiu em bolsa o arrepio dessa perspectiva.
Acho que até a oposição grega se assustou com a ideia do referendo. Temo pelo que virá por aí.
A crise finaceira em WS ainda vai trazer muitas surpresas sendo os CDS um produto bem explosivo no sistema, no meu entender.
 
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    Re: A bomba atómica grega: o referendo!    Ver comentário
zéXXI (seguir utilizador), 1 ponto , 23:23 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
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RuyAF (seguir utilizador), 1 ponto , 0:02 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
O despertar dos helénicos
josodrac (seguir utilizador), 1 ponto , 16:56 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
O resultado de uma adesão ao euro imposta aos países do arco mediterrânico e a Portugal pelas respectivas elites políticas e suas cortes, está bem à vista. Neste momento essas mesmas elites só têm um caminho a propor: o aprofundamento de uma solução federalista, com a imposição de uma governo europeu. Trata-se de uma fuga em frente cujas consequências poderão ser desastrosas, caso não haja uma transferência importante de capitais, tecnologia, empreendedorese e projectos de alto valor acresecentado para o sul. Claro que esta última hipótese seria um milagre.
Quem acredita em milagres?
 
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meianoite
meianoite (seguir utilizador), 1 ponto , 16:58 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
Esqueci-me de um pormenor importante , não é com insultos e com comentários sarcásticos que lá vamos , deixa-mos isso para marcelo rebelo de sousa , na minha opinião um pobre diabo sobrevalorizado ,porquê não sei,sócrates foi sem dúvida responsável por este situação pela sua teimosia,no entanto o novo ministro das finanças não lhe fica atrás e tem o apoio do "petiz" em quem eu votei na esperança que fosse um pouco diferente.
SERÁ QUE ME ENGANEI?
 
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julcal (seguir utilizador), 1 ponto , 17:44 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
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RuyAF (seguir utilizador), 1 ponto , 23:04 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
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julcal (seguir utilizador), 1 ponto , 23:20 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
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RuyAF (seguir utilizador), 1 ponto , 23:58 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
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julcal (seguir utilizador), 1 ponto , 0:10 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
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RuyAF (seguir utilizador), 1 ponto , 0:22 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
    Re: meianoite    Ver comentário
julcal (seguir utilizador), 1 ponto , 0:20 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
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RuyAF (seguir utilizador), 1 ponto , 0:34 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
    Re: meianoite    Ver comentário
Expedita (seguir utilizador), 1 ponto , 22:25 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
    Re: meianoite    Ver comentário
RuyAF (seguir utilizador), 1 ponto , 0:14 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
    Re: meianoite    Ver comentário
julcal (seguir utilizador), 1 ponto , 0:27 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
    Re: meianoite    Ver comentário
RuyAF (seguir utilizador), 1 ponto , 0:41 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
    Re: meianoite    Ver comentário
Celtibero2 (seguir utilizador), 1 ponto , 0:41 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
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meianoite (seguir utilizador), 1 ponto , 0:54 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
Crítico e oscilante...
Boldt.Manuel (seguir utilizador), 1 ponto , 18:00 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
Analisando o que se passa com o sistema financeiro, desde a explosão da célebre "bolha imobiliária e activos tóxicos", nos EUA. Resultado de agiotagem. Alguém ganhou fortunas com dinheiro virtual e alguém andou a fechar os olhos deliberadamente.
Segundo os entendidos, na Europa estava tudo controlado, ou quase tudo. A banca Portuguesa então essa era o exemplo da estabilidade e robustez. Os elevados lucros eram orgulhosamente exibidos no final de cada ano. Entretanto os Países iam-se endividando. Todos sem excepção. Uns de forma mais critica.
Aqueles com economias menos estáveis e assim mais sujeitos a perturbações económicas estão a servir para atacar a "CEE", o "Euro" e o conjunto dos Países que englobam a Europa. Em vez de se unirem e reagirem com rapidez e eficácia andam cada um para seu lado a ver como pode tirar melhor proveito da situação, deixando para um último instante qualquer possível solução de resolução do problema. Isto se ainda forem a tempo. Pois me parece que a este ritmo, com estas hesitações e falta de notória inteligência estão a entregar a Europa refém a potências externas, cuja tradição não é, nunca foi e duvido que venha a ser democrática.
Assim, o que está a acontecer na Grécia pode ser considerado um último esforço de democracia, ou uma armadilha para desse modo poderem acabar com a pouca que já la existe, com risco de contágio para o exterior...
 
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NERVOSISMO NA UE...
MAJOTEX (seguir utilizador), 1 ponto , 18:25 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
O mundo europeu está, todo ele, em crise. Basta um espirro para que tudo trema. A Grécia, depois do perdão de 50% da dívida, provoca mais um abalo na já periclitante saúde da UE ao anunciar a eventualidade de um referendo sobre o segundo pacote do resgate.
Agora, respira-se de alívio com um conjunto de decisões que são tomadas para ultrapassar a crise da Europa e do Euro, para logo de seguida,poucas horas decorridas, uma nova erupção do vulcão grego, denunciar novas e mais alargadas debilidades a que nem já a França escapa.
Os mercados reagem em pânico, as bolsas caem a pique, os juros sobem para gáudio dos especuladores e não há mais direito ao sossego e a uma certa tranquilidade sem os quais o debilitado corpo das economias em crise se contorce em agonia.
Que políticos, que economistas, que estadistas temos hoje que não são capazes de se definirem e de assumirem uma posição que deixe de estar sujeita aos espirros dos mercados e às avaliações das agências de rating americanas que, ao que parece, se aliaram para perturbar toda a ordem financeira do mundo atual? E conseguem-no! Porquê?
O desemprego aumenta; as previsões sobre o crescimento são avaliadas em baixo; a sociedade move-se como onda em mar agitado; o pessimismo alastra e a confiança, mola real do crescimento da economia, atinge os mais baixos índices depois da Segunda Guerra. ...
 
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Europa: Regresso ao Passado?
CDOM (seguir utilizador), 1 ponto , 18:59 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
Sobre esta temática convido os leitores o último post, com título acima, do meu Antologia de Ideias. Queiram comentar, rebater, partilhar e, claro, subscrever. Aqui fica. Bem hajam todos.

http://antologiadeideias....

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