A PSP remeteu mais declarações oficiais para durante o dia
Nuno Fox
Os indivíduos que assaltaram uma dependência do BES em Campolide e fizeram reféns um grupo de pessoas libertaram uma refém que se sentiu mal. A senhora, de 52 anos, teve uma crise de ansiedade e foi assistida pelo INEM no local.
Entretanto, reboques da Polícia retiraram todas as viaturas estacionadas na rua Marquês da Fronteira, onde decorrem negociações entre a polícia e assaltantes na dependência do BES.
A Rua Marquês da Fronteira está totalmente cortada ao trânsito e a peões, desde a zona do o Estabelecimento Prisional de Lisboa até à Rua da Artilharia 1, constatou a Lusa a partir de um terraço do prédio na esquina entre estas duas ruas.
Do topo do prédio só se vêem polícias de coletes, 12 carrinhas do Grupo de Operações Especiais da PSP, e perto da dependência, estão vários agentes em posição de vigilância.
Chegaram pelas 16:50 mais 4 carrinhas e um jipe com elementos do Grupo de Operações Especias, com barretes negros.
Mantém-se 7 viaturas do INEM no local e três médicos aproximaram-se da agência bancária.
Fonte do Comando Metropolitano da polícia já disse à Lusa que uma equipa de negociação da PSP está a tentar estabelecer contacto com os assaltantes, ainda em número desconhecido, que se encontram armados dentro da dependência do Banco Espírito Santo, Campolide, adiantou à Lusa.
A mesma fonte do Cometlis disse que a polícia ainda não tem confirmação de quantos assaltantes e quantos reféns estão no interior do balcão do BES, na Rua Marquês da Fronteira.
A PSP adiantou apenas saber que os assaltantes estão armados, embora desconheça com que tipo de armas.
A dependência bancária está a ser assaltada desde as 15:05. Contactada pela Lusa, fonte do BES escusou-se a comentar, remetendo para a polícia quaisquer esclarecimentos sobre o assalto.