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Amar o país, odiar o regime

Eis o mote para 2010: amar o país, odiar o regime.

12:20 Segunda feira, 4 de janeiro de 2010

Há dias, recebi um email de um bravo cidadão. Dizia ele que se sentia irritado com os políticos, e que odiava cada vez mais Portugal. Na resposta, disse-lhe que temos o dever de saber separar o "país" do "regime". O ódio que aquele cidadão sentia não era, na verdade, um ódio contra Portugal. Era, isso sim, um ódio contra o regime. O país é algo que está a montante de qualquer regime.

Eis, portanto, o mote para 2010: amar o país e odiar o regime, porque o dito regime está a destruir o país em câmara lenta. Se amamos Portugal, temos de refazer o regime. Como? Ao longo deste ano, teremos tempo para falar do "como". Mas ficam aqui algumas pistas .

Palavras-chave  Blogues, país, 2010, regime, cidadão
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Concordo!
cjours (seguir utilizador), 2 pontos , 13:40 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010
Concordo plenamente que estamos num beco!
Concordei entusiasticamente com o diagnóstico feito em "Mas ficam aqui algumas pistas".
Sinceramente, só não vejo é a forma de descalçar esta bota!
Um simulacro de país (não é um Estado de Direito porque não existe Justiça) que anda anos e anos a discutir a avaliação dos professores; que tem quase 20% de comunistas na AR; que tem no principal Partido de oposição 'aquilo', não me parece que tenha um futuro próximo brilhante!
Mas eu, como sou um tipo que acredito nos homens e nos portugueses vejo este momento com interesse! É que a coisa está tão má que vamos mesmo ter que agir!!! Não me perguntem como é que se vai descalçar esta bota, mas lá que vamos ter que agir, lá isso vamos!!!
 
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Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 14:31 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010
Amar o País, odiar o regime
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 14:29 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010
Em tempos que já lá vão os jovens eram solidarios, para com os mais fracos e oprimidos. Mesmo aqueles que vinham das classes previligiadas eram na maioria constestatarios aos privilégios instalados. Professavam idéias que muitas vezes se confundiam com justiça e solidariedade. É claro que tudo na época se resumia a preto e branco. Mesmo que hoje seja tudo mais cinzento, não deixo de me chocar quando vejo jovens que perderam esses valores, que deviam fazer parte de qualquer ser humano. Apetece-me perguntar o que tem a ver uma coisa com a outra e o que é que cada um faz para melhorar ou evitar o problema. É caso para dizer que os homens passam mas a Nação permanece. No meio desta guerra ideologica cada um vê o Sol com a sua cor preferida. No entanto não é tapando-o com uma peneira que podemos negar a sua existência.
 
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Goodwaves (seguir utilizador), 1 ponto , 0:17 | Terça feira, 5 de janeiro de 2010
Amar e odiar?? Melhor pensar e mudar.
impertinente (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 18:07 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010
Pois é...Um dos grandes problemas nacionais ( e que está na base das atitudes que em geral se tomam) é usar o sentimento e só o sentimento e traduzir tudo em termos de amor e ódio : amar X, odiar Y ou o inverso, tanto faz, a paixão cega comanda. A partir daqui é impossível pensar com serenidade, ponderar os factos e as acções, ser razoável, distinguir com clareza o que deve ser distinguido, analisar os problemas, equaciona-los asisadamente, apreciar honestamente prós e contras das eventuais soluções. O amor e o ódio obnubilam-nos roubam-nos a capacidade do racicínio correcto. Toda a gente quer sempre exaltar o que ama e abater, a torto e a mal se necessário, o que odeia.
Isto na vida política levou-nos ao estado desgraçado, lamentável, em que nos encontramos, em que o amor fanático por este ou aquele partido, este ou aquele chefe, impede qualquer troca de impressões tranquila e sensata entre os cidadãos sobre a situação económica, política ou social do país. ESTE FÓRUM É A PROVA PROVADA DISSO.
Rejeito, portanto, com toda aconvicção o mote proposto pelo jovem Raposo.Atiçar amores e ódios seja ao que for é o pior serviço que se pode prestar ao país, para mais num momento que há que distinguir bem o trigo do joio para evitarmos a destruição que, infelizmente já não está (oiçam os economistas...) em câmara lenta.
 
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Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 18:30 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010
    Re: Amar e odiar?? Melhor pensar e mudar.    Ver comentário
PIANINHO (seguir utilizador), 1 ponto , 18:57 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010
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PIANINHO (seguir utilizador), 1 ponto , 22:12 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010
    Re: Amar e odiar?? Melhor pensar e mudar.    Ver comentário
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 2:26 | Terça feira, 5 de janeiro de 2010
PORTUGAL, AMA-O OU DEIXA-O!
Musoko (seguir utilizador), 2 pontos , 19:42 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010
O que vou escrever é marginal, mas digo-vos que fiquei muito contente qd li que a Enatur vai construir uma Pousada no Forte de Peniche, onde era a cadeia política.
Parabéns!
A minha cela 8 do Pavilhão B (das que não apanhavam sol e por isso eram muito húmidas), que tinha um catre, um balde para as necessidades e umas grades grossinhas vai ser transformada num quarto single (não cabe lá cama de casal).
Projecto nobre, dir-me-ão, mais vale uma pousada do que uma cadeia.
O isolamento, cujo último castigado, o António Lucas, para lá foi em 1973, se a memória não me falha, pode ser transformado em local de repouso para empresários e políticos.
Num dos recreios podem construir uma piscina atlântica.
Na casa de banho do A ponham ópera, porque um dia eu estava a cantar ópera no banho e o guarda Ricardo... (não posso dizer senão isto vai para as escutas e o despenteado trama-me, furioso por não ter conseguido tramar o PM).
Para a recepção da Pousada contratem o Pôpa, aquele guarda que... (não, não digo) e como chefe de mesa o Vitor Ramos (mas proibido de servir sardas ou bacalhau 7 vezes por semana).
E para atracção turística típica, não deixem entrar na Pousada jornais contra o regime ou outros que falem de desemprego, défice, recessão...
E para maior atracção: «pacotes turísticos» que incluam a reprodução da tal fuga de Peniche, por um grupo teatral local subsidiado.
 
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Goodwaves (seguir utilizador), 1 ponto , 0:21 | Terça feira, 5 de janeiro de 2010
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Musoko (seguir utilizador), 2 pontos , 9:25 | Terça feira, 5 de janeiro de 2010
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Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 2:57 | Terça feira, 5 de janeiro de 2010
LIQUIDE-SE O REGIME
INIMIGA (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 22:09 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010
CARO H.R.

Quem apareceu aqui a contestá-lo e a insurgir-se contra a mudança?

O banditismo instalado.

Já escrevi centenas de vezes que é preciso liquidar este regime mesmo que para isso seja necessário verter sangue e punir os feudais que se apoderaram,de forma fraudulenta,da coutada,chamada Portugal.

Um Mardoff foi rápida e severamente punido nos USA,mas em Portugal rouba-se descaradamente e os larápios continuam em liberdade,porque são de "colarinho branco".

Que regime é este em que os larápios são poder e nele continuam com apoio duma comunicação social permissiva e de comentadores sempre disponiveis para servirem de tapete a tal banditismo?

Assim,AME-SE PORTUGAL,mas ODEI-SE este regime de mafiosos e de larápios,com uma Justiça algemada.
 
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Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 1:42 | Terça feira, 5 de janeiro de 2010
Para confessar
António Da Rocha (seguir utilizador), 2 pontos , 23:36 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010

... que está contra o regime democrático, o senhor Henrique Raposo escusava de ter recorrido a alguns rodriguinhos!

Seria muito mais sério que este mocinho mimado a quem a comidinha sempre lhe apareceu no pratinho, de mesa farta, e a quem nunca faltou a mesada, de mão-cheia, para passar a vida na diversão nocturna, mesmo que tivesse de dormir de dia, para que a sua sensível pele ariana não pudesse ser danificada pelo intenso sol deste rectângulo, laico e democrático, seria mais sério, dizia, se tivesse ido logo directo ao assunto: "não preciso de inventar história nenhuma para dizer que abomino a democracia e que vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance, nomeadamente utilizar os meus "escritos" soezes no Expresso, para recrutar uma horda de apoiantes para a "minha causa"!!!

Ponto final!

Toda a gente percebia, ... e toda a gente permitiria que esta pobre criatura continuasse a acalentar a ilusão de que é alguém, no deslumbramento próprio dos fracos, dos espíritos menores!

Meu caro Henrique Raposo, você ainda é muito novo, não sabe nada da vida e está, manifestamente, a deixar-se tomar pelo deslumbramento daqueles que acreditam que um regime democrático, inserido numa Europa democrática, pode ser derrubado por histórias ingénuas e falsas expectativas de um regresso a um passado que está morto e enterrado!

Tenho pena de si, meu caro, e não lhe auguro grande futuro no plano da comunicação!

Tenha uma boa-noite democrática!

Cumpts
 
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"A minha luta" do Adolfo Raposo
ManuelVilarinhoPires (seguir utilizador), 2 pontos , 2:25 | Terça feira, 5 de janeiro de 2010
Mais uma crónica que não diz nada, mas promete desde já aos desgraçadinhos do ódio, ou bravos, como ele lhes chama, uma palavra de apoio vertida em várias crónicas ao longo do ano.

Só há dois tipos de indivíduos politicamente incorrectos: os que têm tomates e os maricas.
Os que têm tomates andam no Bairro Alto, sempre em grandes grupos (talvez por precaução para não amassar os tomates), a aterrorizar e às vezes a agredir com pauladas pretos que apanham sós.
Os maricas dedicam-se a este onanismo da escrita que alia a insurreição à bravura, sonhando que um dia derrubarão o "regime" com as suas canetadas.

Sonham um dia mobilizar milhões com os seus escritos sublimes, mas só conseguem mobilizar uns pobres diabos anónimos que se desdobram por vários pseudónimos para parecerem muitos, e que aqui fazem um coro a insultar os atrasados mentais como eu que não conseguem vislumbrar o génio das crónicas do Adolfo.

Ainda bem que a democracia lhes dá liberdade de expressão porque enquanto escrevem não fazem asneiras.
 
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Explosões e revoluções
George Rupp (seguir utilizador), 1 ponto , 12:47 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010
Ano novo e Henrique Raposo volta ao seu registo velho. Se quer mudar o regime, porque não funda um novo partido? Prefere antes esperar pela "explosão" de Cavaco Silva" ou a "revoluçaõ cultural" de D. José Policarpo?
 
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Amar o País , a democracia e odiar os políticos
águiadois (seguir utilizador), 1 ponto , 12:50 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010
Com todo o respeito parece que há uma confusão entre o regime (democracia) e os politicos que exercem o poder político.São coisas diferentes e o título nao condiz ,não será?
 
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O apelo ao pior da Constituição de 1933.
PIANINHO (seguir utilizador), 1 ponto , 13:13 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010

Admito que haja alguém que possa ter essa ideia extravagante de odiar um país, em função da sua leitura que faz da actuação dos políticos, mas tanto quanto sei, a classe política é criticada em todos os países, nuns mais do que outros.

Mas tanto quando entendo da sua crónica quando diz:

"o mote para 2010: amar o país e odiar o regime, porque o dito regime está a destruir o país em câmara lenta."

É de sua exclusiva autoria, é o seu sentir é o que vai na alma do Henrique Raposo e que está em consonância, com o que deixa sempre transparecer nos seus escritos.

Na mudança da década teve a coragem de deixar sair dentro de si o que à muito se nota o desejo de não continuar a esconder, que é o agrado que sente por aquilo que se passava antigamente, que nem a Constituição de 1933 era cumprida e tudo o que havia para dirimir com os políticos era tratado nos Tribunais Plenários, no Aljube em Caxias ou no Tarrafal ou até em última instância eliminava-se o foco de oposição ao regime totalitário, com o tiro fatal.

Explicitamente o regime altera-se mudando a constituição e o seu desejo necessita de um largo consenso da sociedade portuguesa e você está muito longe de criar os apoios, por aquilo que os seus textos deixam transparecer, defender uma direita arcaica do liberalismo económico, que ainda à pouco tempo, com a sua ganância, destruiu financeiramente o Mundo.
 
 
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    Re: O apelo ao pior da Constituição de 1933.    Ver comentário
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 13:30 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010
    Re: O apelo ao pior da Constituição de 1933.    Ver comentário
PIANINHO (seguir utilizador), 1 ponto , 14:48 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010
    Re: O apelo ao pior da Constituição de 1933.    Ver comentário
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 18:40 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010
    Re: O apelo ao melhor da Constituição de 1933.    Ver comentário
ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 21:36 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010
    Re: O apelo ao melhor da Constituição de 1933.    Ver comentário
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 2:41 | Terça feira, 5 de janeiro de 2010
    Re: O apelo ao melhor da Constituição de 1933.    Ver comentário
ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 19:49 | Quarta feira, 6 de janeiro de 2010
Só falta aqui vir escarrar em tudo e todos.Já cheg
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 13:18 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010
eEu já enchi o saco...De ver aqui tantos ódios escritos a tudo e a todos que fizeram o 25 de abril.Já chega de tanto ódio..Afinal se querem construir um país sem ódios;e em paz para todos;digo pata todos;para vocês;e para as vossas famílias e vossos amigos;parem de aqui destilar tanto ódio a todo o mundo..Em democracia;só tem uma saída...Convençam as pessoas a votarem em vós..E aí implantem um regime um país á vossa maneira..Eu sei que em democracia tudo pode..Mas eu acho que brincar com o fogo;não é bom;para ninguém..Ás vezes também se podem queimar..Então aprendam a viver em democracia;e lutem para que tudo melhor;mas sem ódios e sem palavras que possam atrair só destruições e misérias..Lembrem-se que os fascismos e comunismos e nazismos;sempre espreitam uma maneira de poderem nos trazer essas situações..Desejo que portugal;o meu país que me víu nascer;saiba resolver os problemas;que aí estão;mas sem recorrer á força das bombas..Pois aí ninguém ficará a ganhar..até mais..cumpts..kantiflas.
 
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excelente exercício
jacinto leite capelo (seguir utilizador), 1 ponto , 13:28 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010
como dizia o velho scolari, estamos todos convocados.

a classe politica predominante fede de pétrida que está. Os cidadãos portugueses debatem-se com voltas e mais voltas aos seus problemas mas resolvem-nos.

esta corja de bandidos não quer resolver nada. Não querem consensos nem a bem de PORTUGAL.

escorraçar esta corja enquanto é tempo
 
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regime
AntiFar (seguir utilizador), 1 ponto , 13:43 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010
!?
Será que o articulista quando fala em ódio ao regime se refere ao regime democrático?
Fiquei sem perceber...

@AnitiFar (twitter.com/AntiFar)
 
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    Re: regime    Ver comentário
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 13:51 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010
Só tem uma maneira de salvar portugal.!!!!!!!!!!!!
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 14:36 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010
Só tem uma forma de salvar o nosso país..Todos os deputados;ponham luvas de boxe;e vão para um ring;e lá nesse ring;com os respectivos árbitos;vindos da china;e do japão;e da nossa UE...e QUEM SAIR VENCEDOR;VAI GANHAR 4 ANOS.Vamos fazer esta experiência..Se der certo;é mais uma maneira democrática;de conseguirmos sair desta crise;em que ninguém já acredita em ninguém...QUEM ESTÁ DE ACORDO COMIGO...???ATÉ LÁ..CUMPTS..KANTIFLAS.
 
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    Re: Só tem uma maneira de salvar portugal.!!!!!!!!    Ver comentário
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 15:07 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010
Ó raposo, estás a meter as mãos pelos pés
Caldeiradas (seguir utilizador), 1 ponto , 15:00 | Segunda feira, 4 de janeiro de 2010
O regime político de Portugal é o que está estabelecido na Cosntituição: Uma República, um Estado de Direito, uma Democracia Parlamentar. Estes são alguns os elementos identificativos daquilo a que o Raposo chama "regime". É claro que o Raposo devia distinguir "regime" e desempenho, ou percepção do desempenho dos elementos caracterizadores do "regime". Mas isso já é exigir muito a um iluminado provocador como o Raposo. Falando simples e dando exemplos para Raposo entender: o motor dos automóveis pode ser movido a gasolina, a diesel, a bateria, ou serem mistos. Estes seriam os "regimes" que configuram o motor (tecnicamente o regime tem a ver com as rotações). Outra coisa é á qualidade/desempenho dos motores, há motores mais ou menos eficazes, independentemente do "regime". Dito isto, é evidente que se pode gostar do País e ser adepto de outro regime, por exemplo de uma monarquia constitucional, ou de uma Repúbica presidencialista...
É evidente que o Raposo sabe este bêabá, mas gosta de fazer do outros parvos... que é o regime dele...
 
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