12/02/2012 atualizado às 15:43

Alexandra: Mãe biológica arrisca perder a filha

As autoridades de Pretchistoe, vila onde vive a menina russa retirada de uma família portuguesa e entregue à mãe biológica, admitem privar Natália Zarubina dos direitos maternais, pela recusa desta em mudar de vida e tratar-se do alcoolismo. (Veja vídeo SIC no fim do texto) Clique para visitar o dossiê A Menina Repatriada.

20:54 Segunda feira, 26 de outubro de 2009
As autoridades locais criticam a decisão da justiça portuguesa
As autoridades locais criticam a decisão da justiça portuguesa

As autoridades de Pretchistoe, vila onde vive a menina russa retirada de uma família portuguesa e entregue à mãe biológica, admitem privar Natália Zarubina dos direitos maternais e retirar a menina da casa onde habita.

Clique para aceder ao índice do DOSSIÊ A MENINA REPATRIADA

"Já a chamámos aqui várias vezes, já lhe pedimos que mudasse de vida, que nós a ajudaríamos a tratar-se do alcoolismo, mas ela diz que não está doente e recusa toda a ajuda nesse campo", declarou à Lusa Iúri Kudriavtsev, vice-presidente da Câmara de Pretchistoe e chefe da comissão municipal de menores. Segundo a lei russa, as autoridades não podem obrigar Natália a tratar-se.

Vila em alvoroço


A chegada de jornalistas portugueses a Pretchistoe pôs em alvoroço a pequena vila, situada a 363 quilómetros de Moscovo, o que obrigou os dirigentes locais a reunir-se para responder aos repórteres. Estes tinham antes visitado a família Zarubina e constatado que têm fundamento as acusações de alcoolismo que foram feitas a vários membros da família.

Uma das participantes da reunião, Elena Sokolova, oficial da polícia e encarregada de velar pela protecção de menores em Pretchistoe, começou por dizer à Lusa que Natália Zarubina "não consome álcool há mês e meio" e que as autoridades "não têm recebido queixas de distúrbios ou incidentes provocados por ela". No entanto, confrontada com acusações de que Natália é frequentemente encontrada embriagada, tendo sido vista poucos minutos antes nesse estado, acabou por reconhecer que "existem sérios problemas na família Zarubina".

Comportamento de Natália agravou-se


O chefe da esquadra local, Alexandre Miagkov, não quis fazer declarações aos jornalistas, mas retirou de uma grossa pasta uma das queixas apresentadas por um vizinho contra Natália Zarubina. Ela era acusada de, em estado de embriaguês, tê-lo insultado e tentado agredir.

Dessa vez, Natália foi condenada a trabalhos sociais e ao pagamento de uma multa de 100 rublos (cerca de 3 euros)

"Ela chegou aqui há alguns meses e nós estamos a tentar fazer tudo para normalizar a situação, mas esteve oito anos em Portugal e vocês não viram o estado em que ela estava? Mas que tribunal entregou a menina a uma pessoa assim?", interrogou Kudriavtsev em jeito de defesa.

O vice-presidente da autarquia acrescentou que "o comportamento de Natália tem vindo a agravar-se" e admitiu que as autoridades começam "a encarar a possibilidade de a privar dos direitos maternais".

Pai biológico poderá ser solução


"Resta-nos apenas saber, através da Embaixada da Rússia em Portugal, se o pai biológico de Alexandra continua a ter direitos paternais sobre a criança. Se não tiver, ela vai ser retirada da família", acrescentou Elvira Aguissova, responsável pela Comissão para Assuntos de Menores da Região onde se encontra a aldeia de Pretchistoe.

Segundo a lei russa, se a mãe de Alexandra for privada de direitos maternos, a avó da menina não pode pedir a custódia da neta, porque vive na mesma casa de Natália. O pai de Alexandra, é ucraniano, vive no Porto, e poderá ser a chave para o problema.

Enquanto as autoridades da vila discutem o que fazer, Alexandra brinca com outras crianças no infantário de Pretchistoe. Irina Sidorova, educadora de Sandra, não se cansa de elogiar os esforços da menina: "muito inteligente", "activa", "gosta muito de desenhar", sublinhando que a menina é um alvo especial de atenção de educadores e psicólogos. Mas quando se aborda a situação de Alexandra em casa, Irina Sidorova reconhece ser "difícil" e "complicada".

A família de acolhimento em Portugal deixa um apelo às autoridades russas para deixarem a criança regressar ao nosso país.


Palavras-chave  Dossiês, Sociedade
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Temos cá um juiz
Caldeiradas (seguir utilizador), 5 pontos (Interessante), 20:18 | Segunda feira, 26 de outubro de 2009
Ora esta, não foi um Juiz e desembargador, português que mandou entregar a meninaà mãe para ele ir para a Rússia? Esse juiz, que confessou não ter ouvido nenhum dos intevenientes do processo e decidido por ler alguns papéis anda por aí, pago por nós, coma classificação de excelente. Dentro em pouco será Conselheiro!
 
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ManuelVilarinhoPires (seguir utilizador), 2 pontos , 20:56 | Segunda feira, 26 de outubro de 2009
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estimela (seguir utilizador), 1 ponto , 22:02 | Terça feira, 27 de outubro de 2009
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ManuelVilarinhoPires (seguir utilizador), 1 ponto , 0:01 | Quarta feira, 28 de outubro de 2009
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estimela (seguir utilizador), 1 ponto , 7:10 | Quarta feira, 28 de outubro de 2009
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ManuelVilarinhoPires (seguir utilizador), 1 ponto , 14:07 | Quarta feira, 28 de outubro de 2009
    Re: Temos cá um juiz    Ver comentário
estimela (seguir utilizador), 1 ponto , 15:42 | Quarta feira, 28 de outubro de 2009
    Re: Temos cá um juiz    Ver comentário
ManuelVilarinhoPires (seguir utilizador), 1 ponto , 17:36 | Quarta feira, 28 de outubro de 2009
    Re: Temos cá um juiz    Ver comentário
ManuelVilarinhoPires (seguir utilizador), 1 ponto , 20:52 | Quarta feira, 28 de outubro de 2009
    Re: Temos cá um juiz    Ver comentário
antespelocontrario (seguir utilizador), 1 ponto , 16:18 | Quarta feira, 28 de outubro de 2009
    Re: Temos cá um juiz    Ver comentário
ManuelVilarinhoPires (seguir utilizador), 1 ponto , 20:42 | Quarta feira, 28 de outubro de 2009
    Re: Temos cá um juiz    Ver comentário
ManuelVilarinhoPires (seguir utilizador), 1 ponto , 20:50 | Quarta feira, 28 de outubro de 2009
    Re: Temos cá um juiz    Ver comentário
antespelocontrario (seguir utilizador), 1 ponto , 7:14 | Quinta feira, 29 de outubro de 2009
    Re: Temos cá um juiz    Ver comentário
ManuelVilarinhoPires (seguir utilizador), 1 ponto , 8:18 | Quinta feira, 29 de outubro de 2009
    Re: Temos cá um juiz    Ver comentário
antespelocontrario (seguir utilizador), 1 ponto , 11:49 | Quinta feira, 29 de outubro de 2009
    Re: Temos cá um juiz    Ver comentário
ManuelVilarinhoPires (seguir utilizador), 1 ponto , 12:55 | Quinta feira, 29 de outubro de 2009
    Re: Temos cá um juiz    Ver comentário
antespelocontrario (seguir utilizador), 1 ponto , 7:37 | Domingo, 1 de novembro de 2009
    Re: Temos cá um juiz    Ver comentário
António Da Rocha (seguir utilizador), 2 pontos , 22:02 | Segunda feira, 26 de outubro de 2009
JUSTIÇA E CORPORATIVISMO SERÔDIO
NJP (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 7:08 | Terça feira, 27 de outubro de 2009
O processo judicial que entregou a criança á mãe biológica, não obstante o seu perfil psicológico evidenciar uma forte incapacidade para o exercício do poder maternal, constitui uma prova da ligeireza com que os juízes decidem na área do Direito da Família. Seria bom que a corporação dos juízes encetasse uma longa reflexão sobre as consequências dos seus actos retirando a cortina sobre a irresponsabilização do seu poder, assumindo definitivamente que os juízes são seres humanos e como tal não podem continuar ungidos por um poder que nenhuma Democracia moderna pode conceder a uma recorrência sistemática a erros , a imaturidades e até a incapacidades psicológicas que deveriam originar reciclagens profissionais e até mudanças para postos de trabalho mais adequados. A crise da Justiça é um icebergue em que a falta de condições materiais dos tribunais tem sido uma justificação esfarrapada para muitas anormalidades sem correcção. A continuidade deste quadro é dos maiores obstáculos ao nosso desenvolvimento económico-social.
 
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Onde estava a dúvida?
António Da Rocha (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 20:54 | Segunda feira, 26 de outubro de 2009
Toda a gente sabia e via que aquela gente, viciada em álcool, é totalmente irresponsável para tomar conta de uma criança, ou sequer de um câo

O facto de autoridades russas terem criticado os nossos juízes, só prova que deve haver por aí alguém a dormir muito mal, com a consciência muito pesada.

Quanto àquela velha russa a quem foram oferecidas condições de vida como a nenhum outro emigrante e que ela recusou, isso só ficou a dever-se ao facto de no menú oferecido não constar vodka à discrição

Agora, o que é necessário é que esta criança retorne e volte a ser feliz junt de quem sempre se preocupou com elea e a amou
 
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E onde é que anda agora a avó...
dedalo11 (seguir utilizador), 2 pontos , 21:28 | Segunda feira, 26 de outubro de 2009
... que veio a Portugal desdenhar das super generosas ofertas que lhe foram feitas? Cuida da criança ou também está com os copos?
 
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Sera que
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 22:16 | Segunda feira, 26 de outubro de 2009
Foi com o bafo que ela (indrominou) o sr juiz, e que por isso ele tomou essa decisão acertadíssima.
A justiça em Portugal é uma espécie de roleta russa onde tudo pode acontecer.
Demasiada conversa pouca eficácia.
 
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Alcool
Limes (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 23:33 | Segunda feira, 26 de outubro de 2009
Russia:

"Uma cerveja sem Vodka não é cerveja.

Vodka agua mineral russa."

Com pensamentos destes esta tudo dito.
 
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EU TAMBÉM QUERO AQUI DIZER UMA PALAVRA.DEIXEM A ME
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 2:28 | Terça feira, 27 de outubro de 2009
EU AQUI TAMBÉM QUERO DIZER;APENAS UMA PALAVRA.O JUIZ;QUE MANDOU A MENINA ENTREGAR Á MÃE BIOLÓGICA;FOI NO MÍNIMO IRRESPONSÁVEL.NÃO É COM ESTE TIPO DE JUSTIÇA;QUE PORTUGAL SERÁ O 1.O NO RANKING MUNDIAL DE JUSTIÇA;E DE DIREITOS HUMANOS.ENTÃO AS RESPONSABILIDADES;TÊM QUE SER APURADAS;E ATÉ ESTE JUIZ;TEM QUE SER CO- RESPONSABILIZADO; E ATÉ PODERÁ SER DESTITUÍDO;E IR LÁ PRÓS CAMPOS DA SIBÉRIA APANHAR BATATA.ESTÃO DE ACORDO.???ME DIGAM.CUMPRIMENTOS.VOLTAIRE.
 
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Factos .
J Saints (seguir utilizador), 2 pontos , 12:35 | Terça feira, 27 de outubro de 2009
A criança foi para a Rússia depois de um tribunal " competente " ter entregue / confirmado a guarda à mãe biológica .

O assunto é do conhecimento das autoridades russas que aparentemente já estão " fartos " de ter problemas com a mãe da criança .

A lei russa não prevê obrigatoriedade no tratamento do alcoolismo ... ( aparentemente eles quando se intrometem é logo para limpar o sebo , não fazem por menos .)

A única solução é um acordo entre ambas as partes ( pais biológicos e familia de adopção ) pelo que agora não há nenhuma cobertura dos media que possa ajudar .

O governo Português e o governos Russo não são competentes neste matéria nem podem inverter a situação.

O futuro desta criança foi ( mal )decidido por um tribunal Português e a única coisa a fazer agora é aceitar os tristes factos e esperar que a mãe da criança num momento sóbrio conceda o direito à sua filha de ser feliz e amada .
 
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    Re: Factos .    Ver comentário
António Da Rocha (seguir utilizador), 1 ponto , 16:03 | Terça feira, 27 de outubro de 2009
    Re: Factos .    Ver comentário
J Saints (seguir utilizador), 2 pontos , 14:23 | Quinta feira, 29 de outubro de 2009
Pois!
orion_hum (seguir utilizador), 1 ponto , 21:44 | Segunda feira, 26 de outubro de 2009
Se não tivessem entregue a criança tinhamos um incidente diplomático. Ela é russa.
Tanta criança em Portugal com problemas... Lamento o que a miuda passou, mas a verdade é que a justiça é complicada... E os miudos que cá andam e que são vítimas "por tabela" de violência doméstica?
Tanta coisa...
 
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    Re: Pois!    Ver comentário
Copa2 (seguir utilizador), 1 ponto , 21:54 | Segunda feira, 26 de outubro de 2009
    Re: Pois!    Ver comentário
emlisboa (seguir utilizador), 1 ponto , 22:48 | Segunda feira, 26 de outubro de 2009
    Re: Pois!    Ver comentário
mmj1969 (seguir utilizador), 2 pontos , 9:35 | Terça feira, 27 de outubro de 2009
Para o bem da menina
Maria2009 (seguir utilizador), 1 ponto , 23:27 | Segunda feira, 26 de outubro de 2009
Acabem com esta treta de vez, que as autoridades russas façam o que a justiça portuguesa não fez, zelar pelos interesses daquela menina e que se possivel a entreguem a quem a criou com amor e a quem ela tem verdadeiro amor... a justiça portuguesa procedeu mal não só neste caso como em muitos outros com crianças, infelizmente é a justiça que temos.
Tenho dito!!!
 
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Está tudo dito!
userEX137655 (seguir utilizador), 1 ponto , 11:48 | Terça feira, 27 de outubro de 2009
"Ela chegou aqui há alguns meses e nós estamos a tentar fazer tudo para normalizar a situação, mas esteve oito anos em Portugal e vocês não viram o estado em que ela estava? Mas que tribunal entregou a menina a uma pessoa assim?", interrogou Kudriavtsev em jeito de defesa.
Acrescentar mais palavras para quê?
E não me venham com atitudes nacionalistas do tipo "temos de tratar dos nossos e os russos que tratem dos deles" que não é assim que o mundo avança. Mas que mesquinhice! Temos de tratar dos casos que conheçamos e que estejam errados. Ponto final!
E o senhor juiz (?!) que tratou do caso que ponha a mão na consciência e que veja a porcaria que fez. Não posso estar mais de acordo com Manuel Vilarinho Pires e os comentários que aqui deixou.
 
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Sentenças mais salomónicas e menos á letra da Lei.
Cisneros (seguir utilizador), 1 ponto , 12:02 | Terça feira, 27 de outubro de 2009

Então se quem tem o Poder de decidir -nestes casos duvidosos - não será mais justo acolher Salomão do que a Letra de uma Lei, constantemente a precisar de ser alterada?

O Legislador tem razões que o coração desconhece...
 
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vodka power
userEX165789 (seguir utilizador), 1 ponto , 12:23 | Terça feira, 27 de outubro de 2009
«JUSTIÇA »PORTUGUESA 0 VODKA 1
 
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alexandra
carladutra (seguir utilizador), 1 ponto , 14:17 | Terça feira, 27 de outubro de 2009
Isto é a prova que muitos dos nossos juizes andam a dormir. No interesse superior da criança dizem. Sempre que se delibera no interesse suprior da criança ,a maioria morre ou vive nas condições em que a Alexandra vive.
Os juizes que trabalham no tribunal de familia têm por obrigação de ter muitos anos de experiencia e maturidade para decidir a vida dos outros.
Como é que um juiz decide alguma coisa ,sem ouvir todos os interessados como é o caso .É absurdo as decisões que por vezes estes juizes tomam.
Para bem da Alexandra ,espero que as aotoridades russas sejam bem mais sensatas do que nós.
 
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alexandra
carladutra (seguir utilizador), 1 ponto , 14:23 | Terça feira, 27 de outubro de 2009
Agora é que é altura da comunidade russa ,que vive em Portugal de intervir.
Quem sabe esta menina ainda pode voltar a ser feliz.
O governo Portugues também devia ajudar,afinal a menina também é portuguesa.
 
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