11/02/2012 atualizado às 23:42

Aeroporto do Porto: AEP defende "urgente" início de obras de expansão

Porto, 08 set (Lusa) -- A Comissão Executiva da Associação Empresarial de Portugal (AEP) defendeu hoje o "urgente" início das obras de expansão do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, infraestrutura que considerou "essencial para a região e o turismo nortenho".

15:45 Quarta feira, 8 de setembro de 2010

Porto, 08 set (Lusa) -- A Comissão Executiva da Associação Empresarial de Portugal (AEP) defendeu hoje o "urgente" início das obras de expansão do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, infraestrutura que considerou "essencial para a região e o turismo nortenho".

"A tendência positiva de desenvolvimento do turismo do Norte de Portugal, potenciada pela profunda remodelação do aeroporto na primeira metade da década, não pode agora ser travada pelo esgotamento da sua capacidade operacional", refere a AEP, em comunicado enviado à agência Lusa.

A AEP lembra que, "nos primeiros sete meses do ano, o tráfego comercial de passageiros no aeroporto Francisco Sá Carneiro aumentou 15,3 por cento em termos homólogos", evolução que "assenta no aumento da capacidade instalada e no sucesso na atração de rotas 'low cost'".

Lusa
Palavras-chave  turismo
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Está tudo tolo !!
jelopes (seguir utilizador), 1 ponto , 16:43 | Quarta feira, 8 de setembro de 2010
Esta "brilhante" ideia da AEP só revela pura irrespondabilidade.

1º Qual a capacidade máxima do Aeroporto ? quando se prevê que se esgote ao actual ritmo de crescimento ?

2º Está Portugal capacitada para suportar investimentos que não são sustentados em efectivos retornos ?

3º Sabe a AEP quanto custou a obra recente (concluida à 3 anos !) ? Sabe a AEP se essa obra está a gerar receitas directas e indirectas que a paguem ?

Supostamente as pessoas da AEP deviam ser adequadamente preparadas para não produzirem ideias disparatadas.

Quem frequenta o dito aeroporto sabe que o mesmo está muito longe de estar esgotado, o que não falta é espaço fisico e temporal para suportar muitos mais passageiros e aviões.
Adicionalmente quem conhece o investimento anterior também sabe que o mesmo foi enorme, com um retorno quase impossível, ou seja sem qualquer hipótese de ser pago em tempo útil.

São estas ideias que colocaram Portugal perto da falência.

Tenham juízo.

 
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