Bruxelas aprova PEC e por mais doloroso que seja para todos nós acaba por ser uma boa noticia. À boa maneira portuguesa podemos dizer que podia ser pior, pois só nos vão cortar um braço, porque podiam ser os dois. Não tenho duvidas que a maior parte dos portugueses estão mentalizados para tal sacrifício, mas volto a dizer que não é por isso que deixa de ser imoral, porque uma vez mais os sacrifícios serão dos mais desfavorecidos. Volto a frizar que é escandaloso em tempo de crise como a que estamos a viver altos dirigentes politicos que se armam em gente séria e preocupados com o País, achem que é demagógico o corte em salários e pensões douradas. Tal facto seria um sinal de boa vontade e de apaziguamento para os Sindicatos e trabalhadores em geral. Sejamos honestos pelomenos uma vez na vida, mas que falta faria a uma pessoa que ganha quatro ou cinco mil euros por mês o corte em 50% do subsidio de férias ou Natal? É esta falta de bom senso e de coragem que deitam tudo a perder e foi por atitudes muito semelhantes que se deram as grandes transformações na Humanidade como a Revolução Francesa e Russa. Não estamos nesse tempo dirão alguns, mas foi assim que tudo começou e as exigências de hoje não têm nada a ver com as daquele tempo. Quem semeia ventos arrisca-se a colher tempestades.
Mas quem disse que não havia uma nova maioria absoluta? E já questionaram a razão porque é que a Europa estabeleceu um limite de 3% para o Deficit de todos os países? E porquê 3%, se nem todos os países tem o mesmo grau de desenvolvimento. É que assim os paises mais pobres se vêm na obrigação de desmantelar o Estado, privatizando tudo e com o empobrecimento do Estado, utilizar os cidadãos para pagar esse empobrecimento. Quem ganha? Os grupos financeiros que mandam para as ortigas o equilibrio entre o Estado e a economia, transformando a sociedade não numa economia estatal mas numa oligarquia. Depois vamos assistindo de PEC em PEC até à miséria final...Mas não basta criticar, sem apresentar soluções. A alternativa é o SOCIALISMO moderado, para substituir o neo liberalismo falido e totalmente desacreditado...
Esta é a factura xuxialista. Uma factura precedida de mentiras sobre mentiras, das quais destaco a do Sr. Pinto de Sousa que no decurso da campanha eleitoraleira e ainda não há muito tempo, recusava liminarmente o aumento da carga fiscal.
O tuga continua a ser um tipo porreiraço e a acreditar sem reserva em quem o tem embarretado sem dó nem piedade.
A política tornou-se, de há uns anos a esta parte, num exercício da mais pura e infame mentira, ao serviço de interesses pessoais que desejam o poder pelo poder.
Gente deste jaez, não merece qq. crédito. Mentem descaradamente e com uma desfaçatez que chega a impressionar.
A politica não tem ética. Está repleta de trambiqueiros, parasitas e dos respectivos sabujos que lhes estendem a carpete para que passem gloriosamente.
Quem aplaude gente desta "categoria" é tão mau ou pior do que eles. Eles ao menos delapidam em proveito próprio a riqueza nacional. Os que se limitam a fazer fretes, vendem a alminha a troco muitas vezes de um prato de lentilhas.
Até no "gamanço" o tuga comum é modesto. Contenta-se com pouco. Desde que o kamarada chefe lhe passe de vez em quando a mão pelo pelo, todo se enrosca no colinho daquele que logo a seguir, não tem quaisquer escrupulos em sacar-lhe mais impostos.
Finalmente, o EXPRESSO coloca em grandes parangonas uma notícia, esperemos que verdadeira, (estou a lembrar-me da semana passada) que joga a favor do governo, ao publicar: "BRUXELAS APROVA PEC ..."
Mas reparem bem, para que da notícia não se retire só a parte positiva, logo aponta as perdas pessoais de alguns dos contribuintes com fotos e tudo, para lhe dar a ideia de credibilidade, quanto às perdas individuais, que segundo os números apontados, causam um efeito médio de 266,6 €/ano por cada português.
Depois segue a continuação de colagem ao efeito negativo individual, recuando no tempo e dizendo que de 2002/2008 cada português já tinha pago 360 €/ano.
Esta metodologia é uma técnica já tão gasta no Expresso, que os leitores já reagem com o contraditório, pois, fica muito mal à sua Direcção e que se com ela pretende contrariar, ou beliscar as vantagens provenientes da aprovação em Bruxelas aos olhos dos portugueses, na minha opinião, está a lavrar num erro crasso, porque hoje em dia o acesso à informação é de tal ordem, a quem pretende socorrer-se de dados mais detalhados com análise de especialistas na matéria e até da imprensa internacional e restante Comunicação Social, que este papel negativista do Expresso é em pura perda, porque o valor das opiniões vindas do exterior, serão tão ou mais habilitadas do que a emitidas pelo Expresso.
Para mim, a comunicação é troca de emoção, e por isso entendo que:
É sempre melhor ser optimista do que ser pessimista.
Pelos exemplos que o Expresso nos apresenta, será que o Governo ainda tem o atrevimento de nos afirmar de que no PEC, não exite aumento de impostos ?
Ao contrário do que no quer fazer crer os mais afectados não são aqueles a quem foi alterada a taxa de 42% para 45%, em sede de IRS mas os mais desprotegidos, isto é, aqueles que auferem, mensalmente 517.00 euros.
E são nada mais nada menos do que 3.250 milhões !
O mínimo de aumento de imposto é de 100 euros.
Portanto não tentem tapar-nos o sol com a peneira, embora estejámos numa época em que o SOL não é muito forte.
Há mesmo aumentos de impostos, só que de uma forma encapotada,mas que já não engana ninguém.
A verdade acima de tudo.
Gostei da afirmação de Pedro Passos Coelho, quando declara ao Expresso "DE QUE NEM AFRONTO NEM SIRVO CAVACO"
Isto revela determinação e de que não está disposto (se fôr eleito, como é óbvio) a deixar-se "COLAR" a Cavaco Silva, nem a ceder a possíveis pressões do mesmo.
Afastamento, ao contrário do que fêz Manuela Ferreira Leite.
Espero, que se fôr outro o eleito, tenha idêntico comportamento.
Apreciei igualmente a sua afirmação de que não daria tréguas a José Sócrates.
Se assim fôr, vámos ter um PSD mais combativo e que não cederá a qualquer preço a medidas que, eventualmente, não mereçam o seu agrado.
UM NOVO PSD PRECISA-SE !
O Expresso não deixa cair em saco roto o caso Freeport.
Nesta edição volta afirmar de que "Os Investigadores têm previsto regressar a Inglaterra, na próxima semana "
Após os desmentidos da última semana, em que devemos acreditar ?
Pelos vistos, só quando mesmo a visita se efectivar, ou não...
A violência nas escolas é um facto mais que evidente.
Pode o Ministro da Administração Interna e a Ministra da Educação, dizerem-nos o contrário.
Contra factos, não há argumentos.
Basta ler as declarações do responsável doGabinete de Escolar de Segurança.
Ou, este também está a mentir ?
A aprovação do PEC, por parte de Bruxelas, é a melhor notícia da primeira página do Expresso.
Isto, significa, que não nos vão exigir um PEC com medidas ainda mais gravosas e que todos os portugueses sofreriam na pele as consequências.
Mal por mal, antes este PEC.
"tugas" ignorantes e por isso afirma que se o governo não tirar do PEC o ataque à classe média referente às diminuições das isenções fiscais no IRS, ele não aprova. Mas alguém intelectualmente válido acredita que se Paulo Portas estivesse no governo com este sistema neo liberal que ele defende, não fazia o mesmo. É mesmo um apelo aos ignorantes. E ele sabe que há muitos. Por isso joga nisso...
Passos Coelho não alinha com Cavaco, mas será que Cavaco alinha com ele. Como já o disse mais que uma vez se por acaso chegar à toca como tudo indica, vão ser-lhe lançados todos os cães e gatos do PSD e com esta frase está a contribuir para mais, não um mas uma duzia de pregos para o caixão. Aliás Coelho será derrubado a seguir, porque vai dividir de imediato o partido em dois. Um na Assembleia onde ele não vai mandar e onde se trava e faz a politica e outro fora dela, que até lhe será afecto. Este candidato está assim armadilhado e já está embrulhado na rede, porque não nos podemos esquecer que só na Assembleia há veneno suficiente para matar todos os coelhos da quinta. A raposa é sagaz e astuta por isso consegue apanhar os coelhos. O voluntarismo da idade nem sempre é suficiente. Pelo andar da carruagem será melhor que o PSD comece a pensar qual será o que se lhe segue, porque tem sido assim nos tempos mais recentes.
Já por diversas vezes aqui me referi ao caminho que a Sociedade estava a seguir em relação à educação e comportamento tanto em casa como na Escola. Referi que não era pela certa o caminho mais adequado para a Sociedade. Infelizmente dois casos trágicos recentes vêm provar das razões dessas minhas preocupações. O suicídio de um aluno e um professor espero que não caíam em saco roto e passado algum tempo no esquecimento. Já é tempo mais que suficiente depois de passarem 36 anos de nos libertarmos dos complexos do fachismo e da repressão. Isto não tem a nada a ver com repressão mas sim com a necessidade de disciplina. Toda a Sociedade é culpada de tais factos, mas uns mais do que outros como é óbvio. Os pais não devem ter medo dos filhos, assim como os professores não o devem ter dos alunos. Aliás também os governos não o devem ter dos sindicatos, nem das greves. Os politicos não devem ter medo de perder votos e por esse facto perder o lugar. Temos de repensar a Sociedade e corrigir o colectivo e o individual. Temos de entender que o colectivo tem de se sobrepor ao individual
Pelo andar da carruagem a Comunicação começa a ter saúdades do caso Freeport e tenta queimar os últimos cartuchos. É claro que depois de ser arquivado em Portugal depois de o ter sido em Inglaterra, ainda vão continuar a lançar suspeitas e não me admiro que de vez enquando não apareça uma ou outra noticia. É verdade que já anda outra na berlinda, mas não é a mesma coisa por mais que alguns tentem fazer dela um elefante a Face Oculta não passa de um grilo na opinião pública. Vai nesse sentido a compra da TVI se foi ou não foi se sabia ou não sabia, se mentiu ou deixou de mentir. Quem não tem culpas que atire a primeira pedra. A prova de que já ninguém acredita ou muito poucos é que as últimas sondagens continuam a dar o PS a subir e pelo andar da carruagem Sócrates vai ser como a Toyota veio para ficar. É verdade que olhando à sua volta também não existe alternativa, porque não são coelhos brancos a ranger que vão convencer alguém quando já tudo prevê as unhadas e dentadas que se vão seguir.
A esquerda em Portugal é maioritária isto se considerarmos o PS como tal. Partindo desse princípio não resulta em nada, porque pelo andar da carruagem não me admira que assim continue, não por mérito próprio, mas pura e sómente pela incompetência dessa mesma esquerda. Aliás muito provavelmente já foi o que aconteceu nas últimas eleições em que a divisão provocou a sua eleição. Como não aprendem nada não me admira que voltem a caír no mesmo erro. É de lamentar que pessoas que dizem ser de esquerda e estar ao serviço dos mais desfavorecidos, na hora da verdade não façam mais do que olhar para o seu umbigo. Só num País como Portugal tanto tempo depois se continua a discutir a prisão e o julgamento de pessoas que lesaram gravemente o País as pessoas e todos os contribuintes. Aliás o exemplo que nos chegou da América sobre Madoff que em seis meses foi preso,julgado e condenado, deixa-nos sem perceber, acreditar e como é possivel funcionarmos assim. Pelo andar da carruagem vamos assistir a que uma vez mais a culpa morra solteira.
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A forma mais elegante de uma crise da dívida é através de um forte crescimento económico. Será que a economia apenas uma vez a toda a velocidade, a receita fiscal e da bolha, o Estado pode se dedicar à erradicação. Assim, os E.U. retirou-se após a Segunda Guerra Mundial de grave crise da dívida. Mesmo países como a Grã-Bretanha, Canadá e Irlanda foram capazes de reduzir drasticamente as suas responsabilidades neste caminho.
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Tentador para os políticos, a idéia é que, se a inflação aumenta, o derretimento valor da dívida a partir de sua própria vontade. Deixando de lado, por exemplo, cinco anos para dez por cento de inflação, diminui aritmeticamente, a dívida real de cerca de 40 por cento. Não é de admirar que os pregadores do campo recebe mais e mais a entrada da inflação.
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Qualquer pessoa que tem dívidas que precisam de dinheiro. Para o estado realmente um problema, ele só precisa girar o parafuso de controlo. Grécia antes que ele faz. Atenas quer limpar o orçamento para aumentar o IVA de 19 para 21 por cento. Mesmo bens de luxo, o tabaco eo álcool deve ser tributado mais pesadamente. Um modelo para a Alemanha e outros países industrializados?
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