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A guerra dos profs

18:18 Sexta feira, 29 de fevereiro de 2008

A contestação generalizada dos professores à avaliação tem um lado negro. Mas vou começar pelo lado certo dessa contestação.

Basta ver na proposta a confusão que resulta de um projecto ultra-burocrático para se perceber que o modelo jamais será implantado, pelo menos de forma imparcial e justa.

O modelo do Ministério, ao invés de ser simples e concreto, de forma a que não só os professores, como os pais e os próprios alunos mais crescidos, compreendam, investe por uma série de caminhos, atalhos e impasses próprios de quem quer prever todas as situações e acaba perdido na teia que, entretanto, teceu.

É, pois, normal, que os professores repudiem tal método.

Mas há o lado negro, aquele que é impulsionado pela maioria dos dirigentes sindicais: o medo da avaliação.

Na verdade, subsiste quem acha que jamais deve ser avaliado num sistema em que chegou a haver créditos fornecidos aos professores pela sua participação em cursos idiotas.

É por este lado que o Governo se defende, atirando as culpas para cima de professores preguiçosos, indolentes e incompetentes, como se dos professores fosse a culpa (exclusiva ou principal) do sistema de ensino que temos.

Porque, antes da avaliação e da própria gestão das escolas (que são boas ideias, ainda que com concretizações muito discutíveis) há aquilo que é essencial e que sai directamente da 5 de Outubro: os programas, os métodos de avaliação e de imposição de disciplina.

Estes três vectores podem resumir-se assim: maus programas, pouca e facilitista avaliação e indisciplina generalizada.

E disto não têm culpa nenhuma 99 por cento dos professores.

Clique em baixo para ler o artigo seguinte do País dos prodígios, sobre o mesmo tema
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Re: A guerra dos profs
jazaro (seguir utilizador), 1 ponto , 0:22 | Sábado, 1 de março de 2008
Então o que é que o Governo faz?
 
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    Re: A guerra dos profs    Ver comentário
jorge ii (seguir utilizador), 1 ponto , 17:23 | Sábado, 1 de março de 2008
    Re: A guerra dos profs    Ver comentário
pintelho_rapado (seguir utilizador), 1 ponto , 14:10 | Segunda feira, 3 de março de 2008
O principal erro
pereiradasilva (seguir utilizador), 1 ponto , 2:10 | Sábado, 1 de março de 2008
O principal erro é querer mudar tudo ao mesmo tempo e não mobilizar as pessoas para as novas reformas.
Todos os estudos de Educação Comparada evidenciam que as principais causas da degradação do sistema educativo são provocadas pela instabilidade governativa, os ministros e os governos, estão sempre a mudar e os que chegam alteram tudo de novo sem avaliar o que foi feito.
Do meu ponto de vista o a estrutura do Ministério da Educação funciona mal, no sentido em que deveriam ser as Direcções Regionais de Educação, os Centros de Área Educativa e a Inspecção Geral da Educação a dar apoio às escolas e aos professores no sentido de procurar melhor o sistema educativo.
 
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pois
república dos banana (seguir utilizador), 1 ponto , 7:49 | Sábado, 1 de março de 2008
com este comentário consigo estar 100% de acordo...nunca esquecerei os cursos, cursinhos e estágios idiotas e mais que isso, a que os professores estiveram sujeitos, para poderem adquirir alguns créditos que lhes permitissem subir na carreira.
 
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professores, professores...
Carlos A R Ferreira (seguir utilizador), 1 ponto , 8:27 | Sábado, 1 de março de 2008
Se estivermos à espera dos modelos perfeitos (na avaliação dos professores ou noutra coisa qualquer) nunca teremos países, empresas, escolas, estradas, hospitais, filhos, amigos.
Só os sindicatos de professores nunca vão entender isso.
Para os professores, o ensino estava bem. E estava mesmo - para eles.
 
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    Re: professores, professores...    Ver comentário
aguafria (seguir utilizador), 1 ponto , 11:01 | Sábado, 15 de março de 2008
O MEDO DA AVALIAÇÃO
NJP (seguir utilizador), 1 ponto , 9:16 | Sábado, 1 de março de 2008
Como pai preocupa-me que este assunto se prolongue sem solução á vista. É óbvio que qualquer classe profissional que se colocou no direito de exclusivamente influenciar as decisões não aceitará que os seus direitos adquiridos sejam reduzidos.
Professores muito bons e dedicados sempre houve, de tal modo que passadas décadas ainda os recordamos na sua competência, na sua dedicação, na sua pedagogia. Os menos bons ou mesmo muito maus quase sempre autoexcluiam-se ao sentirem-se mal e saiam do sistema. Com a Democracia ocorreu, a massificação do ensino, alargando-o a todas as classes sociais como sempre deveria ter acontecido. Para isso houve necessidade de recrutar, á pressa, milhares de professores que não havia. Aqui começou parte do problema. A outra parte foi a apropriação da gestão do sistema quando as soluções de gestão ainda não estavam estabilizadas e em que professores lideraram, uns por espírito de missão, muitos por razões ideológicas, outros porque a docência tinha sido um recurso de sobrevivência.
Com o"boom" da formação no posto de trabalho surgiram os curso de habilitação á distância e os cursos rápidos em fins de semana e em períodos pós-laborais. E julgava-se que o ensino por esta via atingiria a excelência.
A carga horária disparou, com o acolhimento de novas disciplinas, ninguém se preocupou com o aluno, bastou que os professores julgassem estar a fazer o melhor dos melhores. Os alunos passaram á condição de "caixas" onde se deposita saber, comprimindo-os sem uma consciência do que deveriam representar . Inventaram-se trabalhos de casa sob novas designações, como portfólios, estudos, etc., etc. , com novas temáticas mesmo quando a pedagogia deveria ser prática e na interacção de um conjunto de alunos. Aqui o trabalho de grupo assumiu uma elevada dimensão, desconhecendo-se que o trabalho de grupo feito fora do espaço de aprendizagem requer do docente tempo para discussão-avaliação, para que o grupo não se sobreponha aos que efectivamente trabalharam.
Certos professores em promiscuidade com as editoras escolares fartaram-se de escrever livros geralmente com erros grosseiros não detectados por revisores especializados no tema. Se o livro único poderia ser mau, agora era pior e com um desprezo total pela capacidade financeira das famílias, muitos livros com ciclos de vida propositadamente curtos para todos os intervenientes ganharem muito dinheiro. As mochilas andam carregadas com livros, os alunos passaram á condição de carregadores, com risco da sua própria saúde e numa tortura pedagogicamente concebida em seu suposto proveito. E… o comentário não teria fim se alargasse o diagnóstico da situação. Toda a situação revelada decorre com a inconsciência dos professores e com a complacência do Ministério da Educação.
Nisto tudo nunca ninguém pensou nos ALUNOS.
A avaliação é desejada pelos pais mais conscientes: a avaliação da escola, dos professores, da Escola.
O mais fácil é não ouvi-los e mudar alguma coisa para que tudo corporativamente continue na mesma, com a mesma ineficiência e ineficácia, bastando ver-se a desmotivação dos alunos por uma Escola cristalizada, ao abandono escolar, a sem uma sistémica preparação para a vida profissional e cívica, ao longo a ida e em cada momento, ao contrário do que defenderam pedagogos como Piaget ou o nosso João de Deus.
Como pai e como cidadão pergunto-me para que servem esta Escolas e este conjunto disforme de professores? Disse propositadamente "conjunto" para fazer a destrinça, pois existem muitos bons professores também esmagados, tal como os alunos, pelo corporativismo implantado, estranhamente depois do fim das corporações.
 
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    Re: O MEDO DA AVALIAÇÃO    Ver comentário
KIFAS (seguir utilizador), 1 ponto , 11:42 | Sábado, 1 de março de 2008
    Re: Henrique Monteiro, esta sim é uma opinião ...!    Ver comentário
fersal (seguir utilizador), 1 ponto , 11:44 | Sábado, 1 de março de 2008
    Re: Henrique Monteiro, esta sim é uma opinião ...!    Ver comentário
Henrique Monteiro (seguir utilizador), 1 ponto , 13:23 | Sábado, 1 de março de 2008
    Re: O MEDO DA AVALIAÇÃO    Ver comentário
cenas.underground (seguir utilizador), 1 ponto , 14:45 | Sábado, 1 de março de 2008
    Re: O MEDO DA AVALIAÇÃO    Ver comentário
jazaro (seguir utilizador), 1 ponto , 15:32 | Sábado, 1 de março de 2008
    Re: O MEDO DA AVALIAÇÃO    Ver comentário
Henrique Monteiro (seguir utilizador), 1 ponto , 17:33 | Sábado, 1 de março de 2008
    Re: O MEDO DA AVALIAÇÃO    Ver comentário
Mamaevovo (seguir utilizador), 1 ponto , 19:02 | Sábado, 1 de março de 2008
    Re: O MEDO DA AVALIAÇÃO...e ainda    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 1 ponto , 23:22 | Sábado, 1 de março de 2008
    Re: O MEDO DA AVALIAÇÃO...e ainda    Ver comentário
Mamaevovo (seguir utilizador), 1 ponto , 0:42 | Domingo, 2 de março de 2008
    Re: O MEDO DA AVALIAÇÃO E O MEDO DA SEPARAÇÃO    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 1 ponto , 17:13 | Domingo, 2 de março de 2008
    Re: O MEDO DA AVALIAÇÃO E O MEDO DA SEPARAÇÃO    Ver comentário
Mamaevovo (seguir utilizador), 1 ponto , 21:31 | Domingo, 2 de março de 2008
    Re: O MEDO DA AVALIAÇÃO...e ainda    Ver comentário
MariaComenta (seguir utilizador), 1 ponto , 13:14 | Segunda feira, 3 de março de 2008
    Re: O MEDO DA AVALIAÇÃO...e ainda    Ver comentário
ruiasc (seguir utilizador), 1 ponto , 10:31 | Terça feira, 4 de março de 2008
    Re: O MEDO DA AVALIAÇÃO...e ainda    Ver comentário
Anaori (seguir utilizador), 1 ponto , 19:07 | Terça feira, 4 de março de 2008
    Re: Ganha 1500, tenha ou não valor para tal !!!    Ver comentário
fersal (seguir utilizador), 1 ponto , 20:42 | Terça feira, 4 de março de 2008
    Re: O MEDO DA AVALIAÇÃO    Ver comentário
jazaro (seguir utilizador), 1 ponto , 19:21 | Sábado, 1 de março de 2008
    Re: O MEDO DA AVALIAÇÃO    Ver comentário
Medico49 (seguir utilizador), 1 ponto , 0:23 | Segunda feira, 3 de março de 2008
    Re: O MEDO DA AVALIAÇÃO    Ver comentário
"Come e cala" (seguir utilizador), 1 ponto , 19:14 | Sábado, 1 de março de 2008
    Re: O MEDO DA AVALIAÇÃO    Ver comentário
MariaComenta (seguir utilizador), 1 ponto , 11:25 | Segunda feira, 3 de março de 2008
PERFEITO!
KIFAS (seguir utilizador), 1 ponto , 11:37 | Sábado, 1 de março de 2008
Subscrevo totalmente este comentário. Curto e preciso. Sem demagogias baratas. Muito bem.
 
 Regras da comunidade
    Re: PERFEITO!    Ver comentário
jorge ii (seguir utilizador), 1 ponto , 14:54 | Domingo, 2 de março de 2008
    Re: PERFEITO!    Ver comentário
NJP (seguir utilizador), 1 ponto , 15:38 | Domingo, 2 de março de 2008
Avaliação e propaganda
Durao Guerreiro (seguir utilizador), 1 ponto , 13:21 | Sábado, 1 de março de 2008
Os meus parabéns NJP pelo seu comentário!
Quando pensei em ler esta entrada do blogue esperava mais um "artigo" de dizer mal de tudo e de todos.
Em boa verdade existem interesses instalados que não concordam com nenhum Ministro da Educação, da Saúde e, potencialmente, da Justiça e da Agricultura.
Seja qual for o governo e a sua cor política.
A cultura do Blogue, do MSN, do SMS e dos mails em corrente ajudam a condicionar as mentalidades e são formas ainda não bem estudadas de propaganda, ou PSYOPS como se diz na tropa. Associemo-las à avidez de certos Media e continuaremos a ter instabilidade social e política, mas de certeza que isso vende notícias. Não sou apologista de que os governos fazem tudo bem feito. Pior mesmo é estar sempre a criticá-los, dar voz de maioria a que só representa uma minoria da sociedade.
Os governos são avaliados pelo povo nas eleicões. Nas Forças Armadas (FFAA) as avaliações têm implicação na progressão da carreira. Da mesma forma que nem todos os oficiais podem chegar a Coronel ou General, nem todos os Sargentos a Sargento-Mor, os Professores não tem de chegar todos ao topo da carreira.
Creio que considerando a fase avançada do ano escolar o mais sensato seria suspender a avaliação e comecá-la no próximo ano lectivo. Uma avaliação justa, clara, com critérios universais (como nas FFAA) é necessária e sós os incompetentes e acomodados têm medo dela. O que parece pelos receios e comentários que se ouvem é que os acomodados sõ mais que muitos.
Quanto aos incompententes não sei!
É claro que este assunto vai entrar no esquecimento, porque daqui a um tempo o que vai estar em cima vão ser as colocações, o Desemprego dos professores (que apostaram no cavalo errado) e recomeça o PSYOPS outra vez.
 
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    Re: Avaliação e propaganda    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 2:02 | Terça feira, 4 de março de 2008
    Re: Avaliação e propaganda    Ver comentário
ruiasc (seguir utilizador), 1 ponto , 11:03 | Terça feira, 4 de março de 2008
    Re: Avaliação e propaganda    Ver comentário
jorge ii (seguir utilizador), 1 ponto , 19:24 | Terça feira, 4 de março de 2008
    Re: Avaliação e propaganda    Ver comentário
ruiasc (seguir utilizador), 1 ponto , 20:01 | Terça feira, 4 de março de 2008
Até que enfim
xaxao (seguir utilizador), 1 ponto , 17:26 | Sábado, 1 de março de 2008
Até que enfim que há algo escrito, sobre este assunto, com pés e cabeça.Pode parecer que não ,mas os professores gozam de privilégios que mais ninguém tem, como por exemplo só trabalharem 4 dias por semana e outros arranjinhos com a direcção da escola.
Têm pensado só neles e não nos alunos.tinha de ser feito qualquer coisa,uma vez que o ensino até 2005 estava de rastos.Felicito o comentário e digoque os professores que são o contrário disto são as excepções.A ministra precisa de continuar.
 
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Afinal que paradigma?
Jotaene59 (seguir utilizador), 1 ponto , 23:08 | Sábado, 1 de março de 2008
As organizações especializadas, como são as escolas ou os hospitais, etc., desenvolvem, regra geral, modelos funcionais e organizacionais que contrariam os modelos da maioria das organizações.

A maioria das organizações giza estratégias de desenvolvimento e planos operacionais centrados na satisfação do cliente. Nessa medida a avaliação de desempenho constitui, há muito, uma ferramenta fundamental na avaliação dos recursos humanos que são vistos, nas organizações mais desenvolvidas, como um factor crítico de sucesso.

O grande problema das organizações especializadas é perderem o enfoque no cliente e recentrarem-no no especialista (professor, médico, juiz, etc), toda a organização passa a gravitar em torno das necessidades do especialista que, por falta de percepção da existência de um “cliente” final, não interpela a necessidade de resultados competitivos, nem favorece o compromisso entre o desempenho do profissional e o resultado obtido.

  Por outro lado, neste tipo de organizações, não são as hierarquias e as lideranças legítimas que têm o poder de tomar nas suas mãos o destino das organizações. A estes fica-lhes reservado um mero papel técnico-administrativo.

Só que, desta vez, a hierarquia e a liderança, para além da legitimidade conferida por uma maioria parlamentar, demonstra vontade política na promoção das mudanças que procuram recentrar a actividade destas organizações em torno dos seus destinatários.

No fundo o que se procura fazer é mudar o paradigma em que assenta o modelo organizacional das escolas, que obviamente nunca será possível sem o contributo dos professores.

Urge pois, para bem dos alunos, que os verdadeiros mestres na arte da pedagogia (que presumo são a maioria dos nossos professores), tomem nas suas mãos esta mudança que tem estado refém do comportamento irresponsável de muitos sindicatos, para quem a única solução é nada fazer.
 
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Só para partilhar...
kcorreia (seguir utilizador), 1 ponto , 23:36 | Sábado, 1 de março de 2008

Só para partilhar, na Holanda é mais ou menos assim...

Até ao sexto ano lectivo (não sei o equivalente em Portugal…2 ciclo?) as escolas têm um só professor por classe.

Cada escola é responsável pelos professores que admite, sendo que, qualquer professor pode solicitar em qualquer escola.

As escolas têm um “conselho de gestão” formado por pais e é este "conselho de gestão" que, juntamente com o Director da escola, decide os objectivos globais da escola.

Cada escola recebe um “budget” por aluno.

Dentro do orçamento que cada escola tem, todas as estratégias são possíveis desde que o orçamento não seja ultrapassado.

Um exemplo estratégico…moro a dois passos de uma escola onde não existe nenhum, e repito nenhum contínuo. Todo o trabalho é feito pelo alunos e pelos professores. Os pais jardinam nos fins-de-semana e nas férias fazem trabalho de manutenção da escola. A troco de quê???Mais e melhor material escolar para as crianças. Atenção que estas crianças, até são as próprias a limpar as salas de aula antes de sair.

Depois dos 6 anos lectivos (antes de ir para o liceu) os alunos são sujeitos a uma avaliação nacional e a um teste psicotécnico que avalia três parâmetros (inteligência verbal, inteligência matemática e inteligência geral).

Antes de ingressarem no liceu todos os alunos têm três relatórios. Um que resulta da avaliação da escola, outro do exame nacional e o relatório psicotécnico.
O normal é que o nível do aluno seja o mesmo em todos estes relatórios, caso não se verifique terá que repetir os testes.
Estes testes servem para separar os alunos em 5 níveis de ensino.

Os alunos do nível superior, que por exemplo escolham o chamado “gymnasium “ terão 6 línguas!!! (holandês, inglês, alemão, francês, latin e grego) todas obrigatórias.

Os alunos só podem escolher dentro do seu nível ou inferior. Os do nível superior podem por isso escolher todos níveis.
Numa licenciatura só serão admitidos alunos do nível mais elevado.

Aluno não empata aluno, cada um, tem no secundário o acompanhamento indicado às suas capacidades.

Segundo uma amiga.... um professor da escola até ao sexto ano, com 5 anos de serviço, ganha limpos (1200 euros) com 20 anos (1800).Não esquecer que eles podem sempre solicitar em escolas que lhes paguem mais!
Não sei se é melhor ou pior que em Portugal…mas eles não se queixam.

 
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    Re: Só para partilhar...    Ver comentário
Jotaene59 (seguir utilizador), 1 ponto , 0:16 | Domingo, 2 de março de 2008
    Re: Só para partilhar...    Ver comentário
"Come e cala" (seguir utilizador), 1 ponto , 3:10 | Domingo, 2 de março de 2008
    Re: Só para partilhar...    Ver comentário
krshna (seguir utilizador), 1 ponto , 11:40 | Domingo, 2 de março de 2008
    Re: Só para partilhar...    Ver comentário
Durao Guerreiro (seguir utilizador), 1 ponto , 15:56 | Domingo, 2 de março de 2008
    Re: Só para partilhar...e ainda    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 1 ponto , 17:23 | Domingo, 2 de março de 2008
    Re: Só para partilhar...e ainda    Ver comentário
Medico49 (seguir utilizador), 1 ponto , 0:58 | Segunda feira, 3 de março de 2008
    Re: Só para partilhar...não é dizer    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 1 ponto , 9:05 | Segunda feira, 3 de março de 2008
    Re: Só para partilhar...e ainda    Ver comentário
ruiasc (seguir utilizador), 1 ponto , 10:57 | Terça feira, 4 de março de 2008
    Re: Só para partilhar...e ainda    Ver comentário
Medico49 (seguir utilizador), 1 ponto , 21:55 | Quarta feira, 5 de março de 2008
    Re: Só para partilhar...    Ver comentário
Jotaene59 (seguir utilizador), 1 ponto , 15:47 | Domingo, 2 de março de 2008
    É só rir    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 1:34 | Segunda feira, 3 de março de 2008
    Re: É só rir    Ver comentário
MariaComenta (seguir utilizador), 1 ponto , 13:39 | Segunda feira, 3 de março de 2008
    Re: É só rir    Ver comentário
jorge ii (seguir utilizador), 1 ponto , 2:27 | Terça feira, 4 de março de 2008
    Re: É só rir    Ver comentário
Jotaene59 (seguir utilizador), 1 ponto , 21:11 | Segunda feira, 3 de março de 2008
    Re: É só rir    Ver comentário
MariaComenta (seguir utilizador), 1 ponto , 11:34 | Terça feira, 4 de março de 2008
Segundo Alvin Toffler a escola de massas está esgo
pereiradasilva (seguir utilizador), 1 ponto , 0:58 | Domingo, 2 de março de 2008
Segundo Alvin Toffler a escola de massas está esgotada em todo o mundo, o que este estudioso propõe é uma maior personalização do ensino, com turmas mais pequenas e um currículo adaptado aos nossos tempos, como por exemplo incluir a publicidade, uma vez que as crianças e jovens lidam com ela a toda a hora.
A pergunta que faço é porque não se faz isso?
Uma das respostas a que me atrevo a dar será porque fica muito dispendioso, mais professores, novos materiais didácticos, mudanças radicais na formação inicial de professores, etc.
Que vos parece?
 
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    Re: Segundo Alvin Toffler a escola de massas está    Ver comentário
Mamaevovo (seguir utilizador), 1 ponto , 10:11 | Domingo, 2 de março de 2008
    Re: Segundo Alvin Toffler a escola de massas está    Ver comentário
pereiradasilva (seguir utilizador), 1 ponto , 0:58 | Segunda feira, 3 de março de 2008
    Re: Segundo Alvin Toffler a escola de massas está    Ver comentário
Mamaevovo (seguir utilizador), 1 ponto , 4:37 | Segunda feira, 3 de março de 2008
    mas isso custa dinheiro e os estádios, os elefant    Ver comentário
geobik (seguir utilizador), 1 ponto , 17:06 | Terça feira, 4 de março de 2008
Medo da avaliação? oh HM serene.
pintelho_rapado (seguir utilizador), 1 ponto , 17:15 | Domingo, 2 de março de 2008
Diga antes que não há condições para qualquer avaliação aos professores, feita pelos próprios, dentro dos parametros decretados pela ministra, no seguimento da politica de Sócrates e do PR (cooperação estratégica, deixem a ministra trabalhar e agora, a novidade, haja serenidade, reflitam, nas escolas é que decidem).

Aliás este texto é um frete de cooperação estratégica, primeiro a Sócrates e à sua politica e depois à ministra.

O HM, sabe bem que, se a ministra der o berro, a seguir berra o Sócrates, e o Cavaco, não sei, não sei.

Sei é que andam todos enfiados sem saberem explicar e convencer os portugueses, só o chefe da Associação de Pais se convenceu, sobre a verdadeira dimensão dos problemas que envolvem a comunidade escolar.

 
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    A CONFAP? deixe-me rir    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 1:25 | Segunda feira, 3 de março de 2008
    Re: A CONFAP? deixe-me rir.. eheheheh ohohhohoh    Ver comentário
pintelho_rapado (seguir utilizador), 1 ponto , 11:45 | Segunda feira, 3 de março de 2008
Professores viependiados
pintelho_rapado (seguir utilizador), 1 ponto , 17:19 | Domingo, 2 de março de 2008
Caro HM,

Tudo o que este governo tem dito e espalhado sobre os professores está, neste expresso, escarrapachado pelos comentários a defender a reforma. Quer melhor prova?

Portanto ignorar isto é não fazer o trabalho de casa. É alinhar com o governo.
Depois são os sindicalistas que pagam. Não acha triste?
 
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    Re: Professores viependiados    Ver comentário
Jotaene59 (seguir utilizador), 1 ponto , 21:22 | Domingo, 2 de março de 2008
    Re: Professores vilependiados    Ver comentário
pintelho_rapado (seguir utilizador), 1 ponto , 12:02 | Segunda feira, 3 de março de 2008
A guerra dos profs
vikto (seguir utilizador), 1 ponto , 18:43 | Domingo, 2 de março de 2008
Exactamente 99% dos professores não têm culpa desta guerra, declarada pelos "Mários Nogueiras", que não querem ser avaliados!
Será que a classe professoral não se deve submeter às regras, que premeiam o esforço, a dedicação, os bons resultados,...etc, o que acontece em todo o mundo civilizado?
 
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Calem-se de uma vez
xpresso (seguir utilizador), 1 ponto , 23:10 | Domingo, 2 de março de 2008
Os profs não têm razão nenhuma! Em todas as profissões se é avaliação. Qual o espanto? O sistema de avaliação não vos agrada? Tiveram tempo de discutir isso e propor alternativas ao governo.

Ide mas é preparar as aulinhas e recolhei-vos. Estou farto de vos ouvir na rua!
 
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    Re: Calem-se de uma vez    Ver comentário
pintelho_rapado (seguir utilizador), 1 ponto , 12:15 | Segunda feira, 3 de março de 2008
    Re: Calem-se de uma vez    Ver comentário
pintelho_rapado (seguir utilizador), 1 ponto , 14:05 | Segunda feira, 3 de março de 2008
    Re: Calem-se de uma vez    Ver comentário
xpresso (seguir utilizador), 1 ponto , 16:22 | Segunda feira, 3 de março de 2008
    Re: Calem-se de uma vez    Ver comentário
pintelho_rapado (seguir utilizador), 1 ponto , 10:10 | Terça feira, 4 de março de 2008
    Re: Calem-se de uma vez    Ver comentário
xpresso (seguir utilizador), 1 ponto , 10:24 | Terça feira, 4 de março de 2008
    Re: Calem-se de uma vez. Seu Bardamerda    Ver comentário
pintelho_rapado (seguir utilizador), 1 ponto , 13:03 | Terça feira, 4 de março de 2008
    Re: Calem-se de uma vez    Ver comentário
xpresso (seguir utilizador), 1 ponto , 10:25 | Terça feira, 4 de março de 2008
    Re: Calem-se de uma vez    Ver comentário
jorge ii (seguir utilizador), 1 ponto , 19:33 | Terça feira, 4 de março de 2008
    Re: Calem-se de uma vez. Seu barda-merda.    Ver comentário
pintelho_rapado (seguir utilizador), 1 ponto , 22:22 | Terça feira, 4 de março de 2008
    Re: Calem-se de uma vez. Seu barda-merda.    Ver comentário
xpresso (seguir utilizador), 1 ponto , 11:46 | Quarta feira, 5 de março de 2008
    Re: Calem-se de uma vez. Seu barda-merda.    Ver comentário
pintelho_rapado (seguir utilizador), 1 ponto , 14:05 | Quarta feira, 5 de março de 2008
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