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A crise acabou

Manuela Ferreira Leite (www.expresso.pt)
8:00 Terça feira, 6 de outubro de 2009

A crise, esse conceito abrangente que justifica todos os males económicos e sociais que nos rodeiam, acabou. É o que se lê nas declarações políticas e nas análises económicas.

Foi uma crise marcada pela perda de confiança e, nessa medida, está vencida quando a confiança recupera e atinge níveis normais nas economias mundiais. É o que está a acontecer.

À economia portuguesa não chega que a crise tenha acabado. O nosso nível de endividamento externo, o aumento do desemprego, o desequilíbrio das contas públicas, a baixa produtividade, a perda de competitividade, a divergência com a União Europeia, constituem problemas estruturais muito sérios.

Sem criar as condições para que estes problemas sejam ultrapassados, não há fim de crise que as resolva.

Sem empresas inovadoras e autónomas em relação ao poder político, não há sucesso garantido e sustentável a médio prazo.

Se não soubermos inovar, poupar e investir de forma produtiva; se não ousarmos enfrentar seriamente os sistemas de justiça e de educação, não será fácil explicar o que nos espera.

Sem se poder continuar a invocar a crise para justificar as nossas dificuldades, há que criar uma outra figura mítica que desempenhe este papel - talvez as 'consequências da crise'.

Texto publicado na edição do Expresso de 3 de Outubro de 2009
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Não faz nem deixa fazer...
Brilhantina (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 15:29 | Terça feira, 6 de outubro de 2009
A Drª tornou-se numa presidente de um partido da área do poder, supostamente maduro, que se transformou num mero partido contestatário por natureza.
O presente governo fez reformas necessárias e imprescindíveis, reformas estas dirigidas a sectores onde nada se tinha feito.
Entre o nada o despesismo o esclerosado a burocracia da função pública e a reforma que se fez, a Drª esteve sempre na linha da frente a criticar esta ultima, a reforma.
Entre o estagnado do ensino em Portugal, o mau ensino que levava a péssimos indicadores, o silêncio concordante dos professores e a reforma que se fez, decidiu-se por contestar a reforma.
Entre a não possibilidade de uma criança ter um computador e a possibilidade de o ter para se desinibir e despertar a curiosidade para outros conhecimentos consequentes, a Drª mais o seu amigo Rangel preferiu caricaturar o Governo pela entrega do MAGALHÃES ou seja, dar a possibilidade de uma criança ter um computador.
Entre um SNS sub-aproveitado, com uma orgânica pouco racional, fonte de despesa incontrolável e uma reforma do SNS para se tornar mais racional e controlável e com melhor aproveitamento dos meios humanos e menos despesista, A Drª preferiu criticar e combater a reforma do SNS.
Também a nível de incentivo à inovação, à investigação encetada por este governo, em que nada se tinha feito até então, a Drª aparece com estas palavras como tivesse agora acordado.
Drª, este País merece uma oposição mais responsável e que saiba o que quer.

 
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Helder Antunes (seguir utilizador), 1 ponto , 16:02 | Terça feira, 6 de outubro de 2009
    Se o fiz feliz... estou bem comigo próprio.    Ver comentário
Brilhantina (seguir utilizador), 2 pontos , 17:36 | Terça feira, 6 de outubro de 2009
    Re: Se o fiz feliz... estou bem comigo próprio.    Ver comentário
Helder Antunes (seguir utilizador), 1 ponto , 10:43 | Quarta feira, 7 de outubro de 2009
    O pecado mora na bancada ao lado...    Ver comentário
Brilhantina (seguir utilizador), 2 pontos , 12:50 | Quarta feira, 7 de outubro de 2009
    Re: Se o fiz feliz... estou bem comigo próprio.    Ver comentário
ruiasc (seguir utilizador), 1 ponto , 16:53 | Sábado, 17 de outubro de 2009
    Re: Se o fiz feliz... estou bem comigo próprio.    Ver comentário
userEX113852 (seguir utilizador), 1 ponto , 23:18 | Segunda feira, 19 de outubro de 2009
    Re: Não faz nem deixa fazer...    Ver comentário
Nuno Henriques (seguir utilizador), 1 ponto , 3:19 | Quarta feira, 7 de outubro de 2009
    Re: Não faz nem deixa fazer...    Ver comentário
fimdalinha (seguir utilizador), 1 ponto , 5:12 | Quarta feira, 7 de outubro de 2009
    Re: Não faz nem deixa fazer...    Ver comentário
Outubro1560 (seguir utilizador), 1 ponto , 15:06 | Sexta feira, 9 de outubro de 2009
    Re: Não faz nem deixa fazer...    Ver comentário
ruiasc (seguir utilizador), 1 ponto , 16:55 | Sábado, 17 de outubro de 2009
A crise acabou
Toni 2 (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 15:34 | Terça feira, 6 de outubro de 2009
Estranho porque não disse isso antes das eleições. Não convinha no caso de as ter ganho. É esta verdade e esta asfixia que me assusta.Não será o ultimo miar de quem quis ser leão, mas não passou de gato? Para quem não tem parra, não tem uva, nem física nem intelectual, parece um miar de raiva e desespero. Já agora não é costume os vencedores imporem aos vencidos as suas vontades, ou então para que serve a vitoria? Ai dos vencidos, alguém disse um dia, pondo na balança mais a espada. Prevejo que pelo andar da carruagem, a boleia está no fim. Talvez por tal facto continue amostrar azedume em todas as direcções. Sempre disse que fazia parte do problema e não da solução. Estou convicto que do problema não o será por muito mais tempo. Diversas vezes o referi que temia que o País ficasse ingovernavel. Com uma Oposição cuja única solução é o regabofe, a chincana politica e as cantigas de mal dizer, parece que se confirmam as minhas preocupações. Aplica-se aqui a frase que um Rei fraco faz fraca a forte gente. Começo a convencer-me que as cartas estão passadas e o melhor é voltar a baralhar e voltar a dar e desta vez para duas eleições Presidencias e Legislativas. Talvez seja o melhor para não perdermos mais tempo. Só com governos maioritários é possivel fazer reformas e mesmo assim nem todas.
 
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Helder Antunes (seguir utilizador), 1 ponto , 16:17 | Terça feira, 6 de outubro de 2009
Em defesa da verdade...
maria odete madeira (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 16:06 | Terça feira, 6 de outubro de 2009

(1/2)Esta foi a primeira grande crise da globalização e teve origem num processo de expansão financeira que não foi acompanhada por condições de sustentabilidade, em termos de procura. O padrão nos diferentes países foi o mesmo: uma expansão financeira e uma expansão da riqueza criada pela capitalização bolsista sem um aumento correspondente de salários (Attali, 2009).
Uma classe média cujos salários não proporcionavam poder de compra e uma população envelhecida, quer nos EUA quer na Europa, deram origem a uma procura “insuficiente”, com efeitos ao nível dos estímulos ao endividamento.
Os EUA e Portugal constituem exemplos deste padrão de crescimento económico, que, segundo Attali, nos EUA se acentuou a partir da década de 1980, através da utilização dos cartões de crédito para os gastos correntes e dos empréstimos hipotecários destinados à compra de habitação.
Para expandir o mercado imobiliário artificialmente, procurou-se estimular os bancos a concederem créditos de elevado risco convertendo esses mesmos créditos em títulos (securitization) que eram então vendidos aos mercados financeiros não-regulados.
Configurou-se, então, uma “espécie de paraíso” em que não era preciso pagar salários elevados e a classe média pôde viver numa ilusão de riqueza artificial, sustentada pelas instituições financeiras através do crédito de alto risco, cujo risco poderia ser transferido para os mercados financeiros não-regulados (estandarte neoliberal). ...
 
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A crise (A diferença entre a teoria e a prática)
PIANINHO (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 20:45 | Terça feira, 6 de outubro de 2009
MFL, economista, professora universitária, fala de cátedra, teoriza os conceitos económicos e financeiros que geram e conduzem à crise mundial, mas falta-lhe a capacidade de compreender como atacar os pontos chave, com os meios estruturais que dispomos, para intervir no mercado internacional.

Esses meios,são essencialmente:frágeis industrias, baixa produtividade,pouca formação dos quadros intermédios e gestores e falta de capacidade de risco e de financiamento dos empresários, para se disporem a avançar em actividades altamente concorrenciais no meio.

Reconhecemos que só as empresas com empresários audazes, com visão de futuro, podem vencer e contribuir para acrescentar valor às nossas transacções exportadoras.

A eficiência da logística, qualidade certificada e produtos entregues na hora, a preços competitivos, com capital próprio suficiente que não sobrecarregue a empresa com os juros de financiamento, seria o ideal para exportar. Mas quantos empresários há, que conseguem reunir estas condições em Portugal ?

Se alguma vez MFL chegasse a quadro de TOP de um grupo empresarial exportador, falava e sentia a crise, em moldes completamente diferentes da docente universitária que tem dentro de si.

Em conclusão: teorizar é fácil, mas Planear, Organizar, Controlar, Comunicar e Dirigir em simultâneo e ao mais alto nível, é uma árdua tarefa dos gestores, que estão nas empresas. ...
 
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Em defesa da verdade...
maria odete madeira (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 16:09 | Terça feira, 6 de outubro de 2009
(2/2)Activos tóxicos de risco muito elevado dispersaram-se, emergindo o colapso quando o mercado imobiliário e a economia começaram a dar sinais de abrandamento.
Com a ocorrência da crise dos cartões de crédito, o sistema capitalista quase colapsou em 18 de Setembro de 2008, com o levantamento de 550 biliões de dólares do sistema financeiro americano, num período de cerca de uma ou duas horas, tendo sido projectado, por Bernanke e Paulson, o colapso do sistema económico americano para as duas da tarde e do sistema económico mundial num prazo de vinte e quatro horas, caso algo não fosse feito.
Que a origem da crise seja atribuída a uma falta de confiança, e não a um problema fundamental de organização económica e financeira baseada na ganância, é demasiado idiota. Que pensar de uma economista que escreveu algo tão estúpido como este post? E onde é que ouviu dizer que a crise tinha acabado? Está a inventar! Em defesa da verdade, alguma coisa deveria fazer com que se engasgasse sempre que mente!

 
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    Simplesmente impecável... Apoiado!    Ver comentário
Brilhantina (seguir utilizador), 2 pontos , 17:20 | Terça feira, 6 de outubro de 2009
    Re: Em defesa da verdade...    Ver comentário
Zenfir (seguir utilizador), 1 ponto , 12:08 | Sábado, 10 de outubro de 2009
QUAL CRISE?
NSant (seguir utilizador), 1 ponto , 11:56 | Terça feira, 6 de outubro de 2009
NINGUÈM, DRA. MANUELA, CONSIDERA A CRISE TERMINADA.
DE ACORDO COM OS OUTROS CONSIDERANDOS.
TODAVIA, SRA. DRA., COMO PODE TERMINAR A CRISE DE CONFIANÇA QUANDO OS DÁDOS ECONÓMICOS REVELAM QUE "OS PORTUGUESES" DEIXARAM DE POUPAR 17 MIL MILHÕES DE EUROS?
O QUE NÃO REVELAM, TODAVIA, É O DESCAMINHO DELIBERADO PELOS FAMOSOS 17 PESOS PESADOS DA NOSSA ECONOMIA DOMÉSTICA DE IGUAL MONTANTE PARA AS "OFF SHORES", QUE SE FOSSEM APLICADOS CÁ, RESOLVERIAM A CRISE DE QUE FALA.
AFINAL NÃO SÃO OS PORTUGUESES QUE DEIXARAM DE POUPAR, NÃO SERÁ ASSIM.
SEJAM FELIZES
 
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Qual das crises é que acabou?
CondestavelXXI (seguir utilizador), 1 ponto , 15:28 | Terça feira, 6 de outubro de 2009
A crise das bolsas acabou em Março de 2009. Se é a essa que se refere, estamos de acordo embora ninguém possa confiar.
A crise económica ainda não acabou mas é de confiar que acabe mais trimestre menos trimestre.
A crise do emprego vai ter que esperar que os ganhos de produtividade não cheguem para cobrir o crescimento do PIB. O fim ainda está longe.
A crise de vivermos sistemáticamente acima das possibilidades não acabará em Portugal enquanto não acabarmos com o populismo demagógico. Em meu entender não será necessário suspender a democracia mas reduzir o seu excesso.
Tem toda a razão em relação à justiça e à educação. É revoltante ver corruptos mais ou menos condenados pela justiça a ganhar eleições contra partidos políticos sérios assim como é revoltante ver professores incompetentes a comportar-se como crianças amuadas e demagogos a esfregar as mãos de contentes com mais uns tachos no parlamento.
Se quer ajudar Portugal a sério, peço-lhe que tenha a coragem de não fazer oposição com a justiça nem com a educação. Estou até convencido que o seu partido voltaria mais cedo ao poder se ajudasse o governo a resolver estes dois problemas tão graves e tão transversais da sociedade portuguesa. Tanto os portugueses como o seu sucessor lhe agradeceriam.
 
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As consequências da crise, bruxo!
CondestavelXXI (seguir utilizador), 1 ponto , 18:17 | Terça feira, 6 de outubro de 2009
Lendo com mais atenção o último parágrafo, percebe-se melhor o, mais que discutível, título utilizado. Ferreira Leite decreta o fim da crise e Sócrates não vai poder desculpar-se com uma crise que já não existe. Mas o mais interessante é que ela já sabe que Sócrates vai talvez desculpar-se com as consequências da crise... bruxo!
Bom...a senhora lá sabe a quem quer convencer.

 
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Crise acabou?
pissalhadas (seguir utilizador), 1 ponto , 20:51 | Terça feira, 6 de outubro de 2009
Mais uma grande jogada de intoxicação publica. Governantes e CS a promoverem a ideia.

Se o desemprego vai continuar a subir, como se pode afirmar que a crise acabou?

Qual crise?
 
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Falta de senso comum
Mensagero (seguir utilizador), 1 ponto , 21:56 | Quarta feira, 7 de outubro de 2009
Ouvir estas afirmações de uma economista que estava "preparada" para dirigir os nossos destinos, é no mínimo, absurdo. Para mim, apenas vem confirmar os disparates feitos quando integrou governos PSD e demonstrando a falta de conhecimento das limitações deste pobre país..
 
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OH MANELA VAI AO MÉDICO
KIFALA (seguir utilizador), 1 ponto , 10:34 | Quinta feira, 8 de outubro de 2009
BASTA OLHAR PARA A FISIONOMIA CRANIANA DA SENHORA PARA SE PERCEBER QUE PERTENCE AOS AUSTRALOPITECOS.
OH MANELINHA, VAI AO MÉDICO. SÓ TE FARÁ BEM, PORQUE A NÓS JÁ FIZESTE MAL QUE CHEGUE!!! TAMBÉM QUERIAS MAIS UM CALDEIRÃO PARA COZINHAR AS TUAS FUTURAS MEZINHAS FINANCEIRAS E ENRIQUECER À CUSTA DO CONTRIBUINTE. ISALTINOS JÁ HÁ POR AÍ QUE CHEGUE...........
 
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    Re: OH MANELA VAI AO MÉDICO    Ver comentário
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 16:31 | Sábado, 17 de outubro de 2009
    Re: OH MANELA VAI AO MÉDICO    Ver comentário
KIFALA (seguir utilizador), 1 ponto , 14:45 | Domingo, 18 de outubro de 2009
A "Outra Senhora"? Jamais.
ze da povoa (seguir utilizador), 1 ponto , 12:36 | Sexta feira, 9 de outubro de 2009
O povo português foi categório no voto das últimas legislativas. A "Outra Senhora"? Jamais.
Por isso seria bom que tomasse boa nota dos epitáfios que os companheiros de partido já lhe estão a dirigir.
O conluio Cavacal falhou e, como deixou de ser necessário, tornando-se mesmo um fardo a suportar a "Outra Senhora" pode ir gozar as 4 reformas douradas que o desgraçado povinho ainda tem que suportar.
 
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A avó e o lobo mau
ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 23:29 | Domingo, 11 de outubro de 2009
O PS por razões óbvias não gosta de ouvir as verdades da avozinha! Muita gente no PSD habituado ao despesismo em moda também não! Isso não quer dizer que a avozinha não tenha razão...os lobos maus e que são mais que as mães e andam esfaimados!
No entanto M.F.L diz o óbvio. A crise financeira acabou…A económica já acabou nos países economicamente mais seguros. Em Portugal e crise económica ainda agora começou e tudo aponta para que continue a agravar-se se o despesismo PS continuar, desde as derrapagens no rendimento mínimo até a tudo o que está para vir em endividamento público e privado em derrapagens orçamentais no governo do país e de Lisboa ao gosto e sabor dos patos bravos e da gula dos tachistas!
 
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A MFL e a crise
Soldado64 (seguir utilizador), 1 ponto , 23:42 | Terça feira, 13 de outubro de 2009
Bem, numa coisa a doutora evoluiu. Finalmente reconhece que existe crise e não um "terramotozinho". Olhe que me surpreendeu muito pela negativa, doutora. Ainda hesitei sobre a quem dar o meu voto, mas depois de assistir às suas tristes figuras em cima do palco, reagi assim: "Vade retro". Retine ainda nos meus ouvidos o seu chavão de "défice democrático" e digo-lhe que à primeira me apanhou desprevenido e pensei em exilar-me. Mas esfreguei os olhos e logo reparei que era apenas um morto-vivo a inquietar o nosso sossego.
 
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    Re: A MFL e a crise    Ver comentário
jota ephe (seguir utilizador), 1 ponto , 16:47 | Sábado, 17 de outubro de 2009
MFL
caprylm56 (seguir utilizador), 1 ponto , 16:10 | Sábado, 17 de outubro de 2009
Sera verdade que tenha de concordar consigo?
Exemplos:
João Tiago Silveira, secretário de estado , e porta voz do PS comprou um iate de 130 mil euros, sera isto que indica uma melhoria desta crise, que certamente não sera para si e seus colegas.
Esta democracia cada vez esta melhor.
Outro exemplo:
O sr director do Banco de Portugal aufere cerca de 50.000 euros mensais, isto sem falar das benesses e regalias.
Eu ganho 411 euros, e nem tenho regalias nem benesses, sera esta uma democracia que me interesse a mim e á maioria dos Portugueses.
Pois é, estou á espera urgentemente do 26 de Abril.
De falsos apóstolos da liberdade estou eu farto.
 
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