Alberto Frias
Numa carta dirigida ao presidente do Conselho Geral e de Supervisão (CGS) do BCP, Armando Vara faz questão de sublinhar a sua inocência e justifica a interrupção do mandato por ter sido chamado ao Banco de Portugal e por ter sido adiada a sua audição no Ministério Público de 9 de Novembro para 18 de Novembro.
Vara sublinha que não renuncia ao cargo porque "tal poderia ser entendido como assumpção de culpa".
Clique na imagem para ler a carta a que o Expresso teve acesso foi enviada pelo CGS a todos os colaboradores.