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A amoralidade dos sindicatos

Os sindicatos portugueses vivem acima do bem e do mal. Vivem no terra mágica dos "direitos adquiridos"; uma terra sem qualquer ligação com a realidade. A realidade é reaccionária, não é?

Henrique Raposo (www.expresso.pt)
9:00 Quinta feira, 18 de março de 2010

I. O sindicalismo português - provavelmente o mais retrógrado da Europa - é uma máquina de criar ficções. Os nossos sindicalistas conseguem viver no reino fantasioso dos "direitos adquiridos", sem prestar a mínimo atenção à realidade internacional e à realidade de Portugal. Os factos continuam reaccionários para este gente que não quer sair de 1976.

II. Quando se ouve as declarações dos sindicatos, seja dos pilotos da TAP, seja da função pública em geral, a primeira reacção é esta: "mas onde é que esta gente pensa que vive? Na lua?". Fazem declarações e exigências como se não estivessem aqui e agora, no Portugal de 2010. Vivem na terra mágica dos "direitos adquiridos", esse lugar mágico que está acima do bem e do mal.

III. A função pública é rainha deste comportamento amoral. Fizeram uma greve geral, e agora já estão a planear outra. Perante isto, só me apetece dizer uma coisa: o país inteiro é que devia fazer uma greve contra a função pública. Quando vamos aos serviços, somos mal atentidos por gente sempre mal-disposta. Gente que, devido aos "direitos adquiridos", não pode ser despedida, mesmo quando não serve para nada. Estamos reféns, como dizia João Vieira Pereira, do facto de não podermos despedir funcionários públicos. Além disso, os sindicatos apenas lutam pelo aumento pornográfico dos salários. Nunca se vê um esforço, da parte destes sindicatos, no sentido de ajudarem num plano de redução da despesa pública.

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Irrealismo
Abrangente (seguir utilizador), 5 pontos (Bem Escrito), 12:45 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Infelizmente tenho que dar razão ao Henrique. As greves decorridas ou aprazadas são todas no sector público, porque os funcionários são inamoviveis. No sector privado, nste tempo de crise, não se fazem greves, tenta-se manter os postos de trabalho. O discurso de D. Avoila ou do senhor Picanço é igual ao discurso de há 35 anos... Por outro lado, os sindicatos vivem fora da realidade actual. Eu
pergunto-me porque é que os sindicatos fazem greves num tempo em que o desemprego está nos 10% e quando as empresas fecham por falta de encomendas... Perderam o norte concerteza, pois esquecem o garrote que pesa sobre o país, desconhecem a devastação causada pelo crise financeira internacional. Claro que aos partidos fora do arco governamental, estas greves servem para se colocarem em bicos de pés e afirmarem-se como os paladinos defensores dos funcionários públicos. Não o fazem no sector privado, porque aí, seria um desastre. Ainda me lembro da greve na Opel da Azambuja: levou ao encerramento da fábrica.
 
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    o cúmulo da imoralidade    Ver comentário
Carlos A R Ferreira (seguir utilizador), 2 pontos , 17:26 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: Irrealismo    Ver comentário
Trolha da Areosa (seguir utilizador), 1 ponto , 15:34 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: Irrealismo    Ver comentário
userEX165047 (seguir utilizador), 1 ponto , 18:43 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Papel higiénico
águiadois (seguir utilizador), 4 pontos (Interessante), 9:57 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Se não estivessemos em Democracia dir-se-ia que a realidade é fascista:561.000 desempregados,´1.000 em cada um dos últimos meses.
Essa é a realidade nua e crua que os intelectuais tem por obrigação analisar de modo sério,sem masturbações teóricas e caracterizando o tempo que passa,as razõpes porque se chegou aqui.
Era isso que sabiam fazer quem escrevia nÓ TEMPO E O MODO, SEARA NOVA COMERCIO DO FUNCHAL e tantas outras publicações que fotografavam a realidade do mundo do trabalho e apontavam os caminhos a percorrer para um Pais desenvolvido,adulto e de cidadãos .
Fica mal ao responsável deste quase plágio"A TEMPO E A DESMODO" escrever acima que há "gente (funcionários )que não servem para nada".
Esta gente não pode ser tratada como papel higiénico.
 
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    Re: NO FASCISMO não havia desemprego    Ver comentário
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 10:17 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: NO FASCISMO não havia desemprego    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 10:51 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: NO FASCISMO não havia desemprego    Ver comentário
still (seguir utilizador), 1 ponto , 11:41 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: NO FASCISMO não havia desemprego    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 12:20 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: NO FASCISMO não havia desemprego    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 13:08 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: NO FASCISMO não havia desemprego    Ver comentário
still (seguir utilizador), 1 ponto , 8:32 | Sexta feira, 19 de março de 2010
    Re: NO FASCISMO não havia desemprego    Ver comentário
filipe@rio (seguir utilizador), 1 ponto , 14:12 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: e o homem aranha?    Ver comentário
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 14:58 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: e o homem aranha?    Ver comentário
userEX165047 (seguir utilizador), 1 ponto , 18:40 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: NO FASCISMO não havia desemprego    Ver comentário
Figgs (seguir utilizador), 1 ponto , 14:27 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: NO FASCISMO não havia desemprego    Ver comentário
Terra_maronesa (seguir utilizador), 1 ponto , 14:34 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: Portugal não teve fascismo    Ver comentário
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 15:05 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: Portugal não teve fascismo    Ver comentário
Terra_maronesa (seguir utilizador), 1 ponto , 15:59 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: Portugal não teve fascismo    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 17:12 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: Portugal não teve fascismo    Ver comentário
userEX165047 (seguir utilizador), 1 ponto , 18:42 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: Portugal não teve fascismo    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 20:56 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: Portugal não teve fascismo    Ver comentário
Terra_maronesa (seguir utilizador), 1 ponto , 19:12 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Re: NO FASCISMO não havia desemprego    Ver comentário
userEX165047 (seguir utilizador), 1 ponto , 18:38 | Quinta feira, 18 de março de 2010
    Amoralidades    Ver comentário
NMS1 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:42 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Sindicatos
Trolha da Areosa (seguir utilizador), 4 pontos (Bem Escrito), 9:59 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Concordo plenamente é por termos sindicatos frouxos que Portugal é o País da U.E. onde o trabalhador é mais explorado e sacaneado pelo patronato. Quando se discute leis laborais na Assembleia da República já as mesmas estão ultrapassadas no terreno com milhares de jovens a trabalhar por 500 euros mais de 8 horas.Não podemos nem devemos comparar o trabalhador Português lute com as mesmas armas que o chinês ou tailandês ou outro qualquer ESCRAVO asiático. O problema da função pública se calhar nao está em quem trabalha mas sim em quem manda. Locais de trabalho onde há 20 anos atrás havia um chefe de serviço e 20 trabalhadores actualmente tem um super-chefe, 3 acessores 4 chefes principais, 3 secretários principais e 4 trabalhadores. Se calhar o problema é esse mesmo!
 
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Boa!...Acabe-se com os Sindicatos e com os
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 4 pontos (Divertido), 10:00 | Quinta feira, 18 de março de 2010
trabalhadores e ponham-se os patrões a trabalhar...
 
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Virou a página
ANO1933 (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 10:11 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Henrue Raposo virou a página. Deixou de criticar, sistemàticamente, José Sócrates e defender despudoradamente a candidatura de Paulo Rangel, em detrimento das outras.
Hoje fala no sindicalismo, que com certeza é motivo de controvérsia, mas que será aceite, com naturalidade pelos comentadores.
Quanto às greves, de uma forma geral estão condenadas ao fracasso, por se fazerem exigências irrealistas.
Veja-se o caso dos enfemeiros. Exigem um aumento de mais de 40% !!!
Está tudo doido...
Claro, que como se trata de uma classe em que uma greve da sua parte tem grande impacto junto do público, valem-se disso.
E o mesmo sucede com a função pública .
Trabalhassem eles em empresas públicas, e veríamos qual o resultado da s suas lutas...
Não basta terem emprego para toda a vida...
Já estou à espera da forte reacção por parte de enfermeiros e de funcionários públicos.
Isso, contudo não me impede de escrever aquilo que penso e que é indesmentível
A verdade acima de tudo !
Porque não fazem greve os reformados e os desempregados por exemplo ?
Porque seria "chover no molhado"...
 
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    Re: Virou a página    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 16:31 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Só faltava esta!
Cisneros (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 12:02 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Não há dúvidas de que a ideia é provocar...

Se os Trabalhadores não tivessem quem os defendesse -os Sindicatos - os despedimentos seriam muito mais e a escravatura, a subserviencia, o mêdo, a bajulação seria -a cultura que este Jornalista quereria que existisse em Portugal!
Saiba que concordo que os Sindicatos se devem modernizar -acompanhar os tempos - darem ainda mais formação aos seus associados - o que muitos já fazem. Mas do lado dos Empresários o que vêmos? A maior parte não tem formação sobre a actividade - abre empresas apenas com o sentiido do lucro - e da correlativa contenção de despesas ( vontade de despedir quando lhes apetecesse) e continuarem a a viver à custa de quem trabalha. Viver e bem! Claro que há honrosas excepções.

A manutenção dos postos de trabalho - hoje -já é mais valiosa do que o que afirma " os direitos adquiridos!

Parece que está a imolar os Sindicatos como o grande Mal e impeditivos de desenvolvimento ! Olhe que o actual Código do Trabalho já permite muita flexibilidade... Mobilidade, precariedade, horários de trabalho que nada tem a vêr com esse "brocardo" que afirma dos direitos adquiridos... V. não deve precisar de Sindicato - terá vencimento suficiente alto para recorrer a bons Advogados?

O mal deste País não está em quem defende os mais fracos!
 
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    Re: Só faltava esta!    Ver comentário
alberto64 (seguir utilizador), 1 ponto , 15:30 | Quinta feira, 18 de março de 2010
O PAPEL DOS SINDICATOS
Anamanacosta (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 9:31 | Quinta feira, 18 de março de 2010

Os sindicatos em Portugal funcionam como organizações fechadas sobre si próprias. Desde o 25 de Abril que o discurso é o mesmo, bem como a estratégia para alcançar os seus objectivos. Os objectivos são melhorar as condições de vida dos seus associados independentemente, à custa, das necessidades do país, dos recursos e da situação económica. Vão para a mesa das negociações com uma agenda da qual não saiem. Não são parceiros na negociação porque não ouvem.
Além deste aspecto que se mantém, estão ligados aos partidos políticos. Permitem que estes os utilizem na luta partidária.
No caso dos sindicatos da função pública o caso é ainda mais dramático, porque não reconhecem que os seus trabalhadores têm o grande privilégio de terem o emprego assegurado independente de haver ou não trabalho para lhes dar.
 
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Já dizia a velha Senhora:
Alvares_Almeida (seguir utilizador), 2 pontos (Divertido), 10:41 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Fecha-se a democracia durante 6 meses no cofre e muda-se tudo o que se puder e depois volta-se à democracia. Afinal esta teoria de Henr. Raposo transforma MFL numa visionária.
 
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    Re: Já dizia a velha Senhora:    Ver comentário
loiraburra (seguir utilizador), 1 ponto , 15:14 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Terra Mágica
Nuno_H_Silva (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 10:57 | Quinta feira, 18 de março de 2010
A terra mágica dos "direitos adquiridos" parece um bom sítio para viver. Não quero que as pessoas que lá vivem se venham embora eu quero é ir viver para lá.
 
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Sindicatos e Direitos humanos
BLRiopaiva (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 14:57 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Garantia de desordeiros.
  Os direitos humanos são obrigações de quem? Dos antigos escravos, dos romanos ou de ninguém? Somos todos iguais e parecidos com os animais se não houver nada mais além.
Quem têm direitos? Eu não conheço ninguém que os tenha! porém, obrigações e deveres, sei que todos tem.
Direitos são propriedade das crianças e de inválidos. Se alguém eficiente o os tem está de posse do que não lhe pertence
Os funcionários públicos (digo servidores) porque são pagos para servir não podem trocar as obrigações por direitos de crianças e deficientes pobres
Garantir-se em direitos fictícios é piada! Aprovada por políticos parasitas ou corruptos
  Direitos adquiridos são sonhos perdidos, que vão desiludir os paranóicos convencidos que acreditam na segurança do (direito fictício) de valor inexistente.
  A garantia de supostos direitos está no cumprimento dos deveres. Direitos sem obrigações não são bons para ninguém . Só com direitos seria mais confortável, mas esse conforto não é possível sem escravizar alguém.

Que ninguém se preocupe; todos temos garantido o direito de servir.
  Só com direitos; nada mais dará certo. Agora todo mundo é esperto. O patrão “POVO” exige a demissão de incompetentes, mentirosos e corruptos.
 
Acabaram os direitos e privilégios; ambos foram absorvidos pelos deveres e obrigações dos senhores servidores Somente a competência pode garantir o cargo. Espere um pouco e verá
 
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Comentário dirigido aos ultras neo liberais
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 2 pontos , 15:16 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Os sindicatos perderam a força devido à traição

dos auto denominados partidos socialistas, que nada têm a ver com o Socialismo, ao implemnentarem códigos do trabalho, que na prática restringem a liberdade de associação e de expressão, porque quem "abre o bico"é fàcilmente posto na rua...Estou certo ou estou errado?...
 
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    Re: Comentário dirigido aos ultras neo liberais    Ver comentário
userEX165047 (seguir utilizador), 1 ponto , 18:47 | Quinta feira, 18 de março de 2010
AO HR SÓ FALTAVA NO SEU CV ATACAR OS SINDICATOS
PIANINHO (seguir utilizador), 2 pontos , 16:24 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Já estava admirado desta sua "gaffe" de como homem da extrema direita mais retrograda, ainda não ter usado a sua voragem de atacar tudo o que lhe cheire à esquerda, mas finalmente chegou agora a vez dos Sindicatos.

As lutas sindicais serão sempre motivo de discussão se
justas ou injustas, as greves são um meio que a lei contempla como forma de luta dos trabalhadores, para se alcançar em última instância, uma resposta cabal às reinvindicações que as entidades patronais pura e simplesmente fazem letra morta, na negociação entre as
partes.

Ao menos medite nisto:

"O homem nasceu livre, e em toda parte se encontra sob ferros."
- Rousseau

Depois, resista a não descer tão baixo nos seus preconceitos de índolo política de como vê os trabalhadores que fazem da greve, a última consequência das suas lutas.

Saiba que:

"Há homens escravizadamente escravos. Há homens livremente livres. E há homens livremente escravos, homens tão soberanamente livres de todas as escravidões internas que podem voluntariamente reduzir-se a uma escravidão externa, por amor a um ideal ou à humanidade."

Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.

 
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Enfim, demagogia...
Alberto Teixeira (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 16:53 | Quinta feira, 18 de março de 2010
O sr henrique raposo arroga-se, tal como a maioria da população portuguesa de patrão sempre que fala de FP's."Quando vamos aos serviços, somos mal atentidos por gente sempre mal-disposta. Gente que, devido aos "direitos adquiridos", não pode ser despedida, mesmo quando não serve para nada".Gostaria de lhe dizer que normalmente sou bem atendido nos serviços públicos e não nos privados!De qualquer modo, o sr não se pode queixar do milhão que recebem subsídios pornográficos pois eles como nada fazem, não lhe devem obediência como o normal FP.Fique sabendo que, para gente que não pode ser despedida, 90% passaram, como por mágica, para contratados, logo podem ser despedidos sim senhor.Salvam-se o senhores magistrados, militares e polícias e pouco mais.Até os das finanças são contratados, logo o senhor ali é patrão a dobrar.
Realmente descobriu-se o drama do séc XXI os trabalhadores (que é disso que se trata) não podem exigir nada porque a dramatização da crise já foi feita de tal maneira que, dizem os fazedores de opinião, (como o sr) muita sorte têm em ter emprego, deviam estar como os do Haiti que também achavam que tinham direitos adquiridos e agora nada têm.Os antigos negreiros diziam o mesmo dos seus escravos porque sorte tinham eles em ter alimento e abrigo cristão, podiam morrer de fome como outros menos afortunados.
Enfim, triste 25 de Abril que deu nisto. Agora, quem cria riqueza, segundo o sr são os belmiros, os amorins e os ulriks e os trabalhadores são os mamões.
 
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O Futebol e o Ping-Pong
Caporegime (seguir utilizador), 1 ponto , 11:22 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Vivemos, democraticamente, numa economia de mercado. Assim, os pressupostos das discussões e das políticas deveriam, por natureza, assentar nas lógicas e mecânicas do mercado. Logo, qual o sentido dos pactos sociais serem discutidos com uma parte que, em Portugal, apresenta uma clara filosofia Marxista, nada concordante com os valores da esmagadora maioria da população?

É como se o Queiroz, que liderará a equipa portuguesa no campeonato do mundo de Futebol, tivesse que discutir as tácticas a aplicar segundo os pressupostos do futebol com um grupo de treinadores assentes nos pressupostos do Ping-Pong. É totalmente ineficiente..
 
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Fizeram greve geral e estão a planear outra
JJFF (seguir utilizador), 1 ponto , 11:45 | Quinta feira, 18 de março de 2010
Ao contrário do que diz Henrique Raposo a função pública não é rainha de qualquer comportamento amoral. A maioria dos seus trabalhadores nunca fizeram qualquer greve geral nem pensam fazê-la. Confundir a postura mais radical de algum sindicato, com a generalidade dos trabalhadores da função pública é desonesto.
 
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